Jorane Castro coloca mulheres na estrada em “Para Ter Onde Ir”

Diretora de curtas como Invisíveis Prazeres Cotidianos (2004) e Ribeirinhos do Asfalto (2011), a paraense Jorane Castro estreia no longa de ficção com o road movie Para Ter Onde Ir. A escolha é de certa forma ousada, já que o cinema brasileiro tem exemplares muitos bons do gênero, que vão de Bye Bye Brasil (1979) e Central do Brasil (1998) a O Céu

“Uma Dobra no Tempo” acerta na diversidade, mas pesa na mensagem

Uma Dobra no Tempo chega aos cinemas nesta quinta-feira (29) como o lançamento mais importante do ano no que diz respeito à participação e representação feminina em Hollywood. Trata-se, afinal, de um blockbuster de ficção científica produzido pela Disney com mulheres em frente e por trás das câmeras, que entrou para a história como o primeiro longa-metragem com orçamento de US$

Alicia Vikander é Lara Croft dos novos tempos em “Tomb Raider”

Quinze anos após Angelina Jolie dizer adeus à Lara Croft, chegou a inevitável hora de a heroína dos games voltar à telas com Tomb Raider: A Origem, dirigido pelo norueguês Roar Uthaug. Desta vez, quem assume o papel é a atriz sueca Alicia Vikander, ganhadora do Oscar por A Garota Dinamarquesa (2015). Crítica: Com Rooney Mara, "Maria Madalena" quer mudar conceitos sobre

“Maria Madalena” quer mudar conceitos sobre discípula de Jesus

Maria Madalena chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (15) como um filme religioso para os tempos de #MeToo. Estrelado por Rooney Mara e escrito por duas mulheres, Helen Edmundson e Philippa Goslett, o longa destaca o pioneirismo de uma das mais enigmáticas personagens bíblicas, a quem frequentemente foi atribuído o rótulo de prostituta. Crítica: Alicia Vikander é Lara Croft dos novos tempos

“A Número Um” aborda mulheres no mundo corporativo

Em 2000, Instituto de Beleza Vênus fez de Tonie Marshall a primeira e ainda única mulher a ganhar o troféu de direção no prêmio César, conhecido como o Oscar da França. Dezoito anos depois, a vitória ecoa em seu mais recente filme, A Número Um, que acompanha os esforços da protagonista para chegar a um lugar ao qual nenhuma outra

“A Maldição da Casa Winchester” leva debate sobre armas ao terror

O debate sobre controle de armas chega aos filmes de terror com A Maldição da Casa Winchester, longa dos irmãos Michael e Peter Spierig (Jogos Mortais: Jigsaw) que está em cartaz nos cinemas e é estrelado pela vencedora do Oscar Helen Mirren. Leia também: 10 filmes de terror dirigidos por mulheres para ver na Netflix Inspirado em "eventos verdadeiros", o filme conta

Jessica Chastain constrói império do pôquer em “A Grande Jogada”

O roteirista Aaron Sorkin foi frequentemente criticado pelo modo como representou as mulheres, particularmente na série The Newsroom (no ar entre 2012 e 2014), mas também em filmes como A Rede Social (2010). Homens são os protagonistas da obra de Sorkin seja quando o assunto é política, jornalismo, entretenimento, esporte ou tecnologia, e não deixa de surpreender que seu primeiro longa-metragem

“Lady Bird”, de Greta Gerwig, narra amadurecimento de mãe e filha

Greta Gerwig é a quinta mulher na história a ser indicada ao Oscar de direção e a única a concorrer por seu primeiro longa-metragem solo (Nights and Weekends, de 2008, foi realizado em parceria com Joe Swanberg). A carreira está apenas começando, mas quem estiver familiarizado com seus trabalhos anteriores como atriz e roteirista não vai demorar a reconhecer Lady

“The Post” vai aos anos 70 para defender imprensa na era Trump

Há duas histórias no centro de The Post: A Guerra Secreta, longa-metragem dirigido por Steven Spielberg que chegou aos cinemas brasileiros na mesma semana em que recebeu duas indicações ao Oscar. A primeira é sobre os chamados Papéis do Pentágono, estudo secreto do governo americano sobre a Guerra do Vietnã (1955-1975) revelado pelo The New York Times em 1971. Vazado por um

“Alias Grace” explora ambiguidade da obra de Margaret Atwood

Se o bom momento das séries de televisão motivou a expressão "Peak TV", ou "auge da TV", não há dúvida de que também estamos vivendo o "Peak Atwood". A brincadeira criada pela imprensa americana ressalta o fato de que, com quase 80 anos, a escritora canadense Margaret Atwood experimenta a fase mais popular da carreira, graças a dois seriados inspirados

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