Katie Found sobre “Meu Primeiro Verão”: “É uma carta de amor às conexões queer”

A diretora australiana Katie Found encontrou na internet o impulso que faltava para realizar seu primeiro longa-metragem, Meu Primeiro Verão. Na ocasião, ela buscava o que definiu como "um bom filme queer", capaz de "expressar a conexão queer de forma autêntica e bonita". Diante da dificuldade de encontrar o que queria, decidiu que era hora de colocar no papel -

Cristiane Oliveira fala sobre inspirações e bastidores de “A Primeira Morte de Joana”

Depois de estrear no longa-metragem com o premiado Mulher do Pai, a diretora Cristiane Oliveira volta a fazer um belo retrato de uma menina em um momento de transformação em A Primeira Morte de Joana, filme que tem sua primeira exibição brasileira nesta terça-feira (17) na competição nacional do Festival de Gramado. É, também, uma nova reflexão da diretora sobre

Lucia Murat: “Acredito realmente que este horror vai terminar”

Mais de trinta anos separam Que Bom Te Ver Viva, o primeiro longa-metragem da cineasta Lucia Murat, de Ana. Sem título, o décimo terceiro, em cartaz nos cinemas de Brasília, Fortaleza, Niterói, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Mas os dois filmes têm mais em comum do que a diretora: ambos navegam entre a ficção e o

Sinai Sganzerla filma Helena Ignez: ‘Queria que ela contasse sua própria história’

Quem é Helena Ignez? Há várias respostas possíveis para a pergunta que abre A Mulher da Luz Própria, documentário que Sinai Sganzerla dirigiu sobre a vida e a obra da mãe, e que estreou este mês no Curta!On, a plataforma de streaming do canal Curta!, disponível também no Now. Entrevista: Autora, Helena Ignez rejeita título de musa: “A voz da musa é

Everlane Moraes sobre “A Gente Acaba Aqui”: “A morte e a dor me fizeram criar”

Em 2011, a cineasta Everlane Moraes pegou a câmera para registrar o velório de seu tio, Wellington, em Aracaju (SE). Na época, ela ainda não tinha lançado o premiado documentário Caixa D'Água: Qui-Lombo É Esse, nem ganhado lugar de destaque no novo cinema nacional. A intenção era apenas filmar a família e cumprir uma promessa: "Meu tio tinha me pedido

Antoneta Kastrati: “Cinema é essencial para encararmos trauma coletivo”

A diretora e roteirista Antoneta Kastrati era adolescente quando, em 1999, perdeu sua mãe e uma de suas irmãs durante a Guerra do Kosovo. O luto e o trauma deixado por este trágico passado - que é dela, mas também de seu país - estão fortemente presentes em Zana, seu primeiro longa-metragem de ficção, que desde maio pode ser visto

Emma Seligman fala sobre inspirações e desafios da comédia “Shiva Baby”

"Escreva sobre o que você conhece" é uma recomendação comum a cineastas em início de carreira, e que a roteirista e diretora canadense Emma Seligman resolveu seguir. Em Shiva Baby, seu primeiro longa-metragem, ela buscou inspiração em suas próprias experiências para contar a história de uma protagonista jovem, judia e bissexual que tenta entender seu lugar no mundo. E a

Diretoras falam sobre “Alvorada” e desejo de mostrar “outro lado” de Dilma Rousseff

A primeira voz que ecoa em Alvorada, documentário de Anna Muylaert e Lô Politi sobre o processo que derrubou a primeira mulher presidente do Brasil, não é de Dilma Rousseff e, sim, de Jair Bolsonaro. Embora veja apenas um fundo preto e os créditos iniciais, o espectador se lembra bem da imagem que acompanha aquelas palavras: em pleno Congresso Nacional,

Roseanne Liang sobre dirigir filmes de ação: ‘As histórias não são binárias’

Em janeiro de 2019, um estudo da Annenberg Inclusion Initiative analisou 1,2 mil filmes que fizeram sucesso nas bilheterias americanas entre 2007 e 2018 e buscou responder à pergunta: quais tipos de histórias têm mais ou menos mulheres por trás das câmeras? Revelou-se que o drama era o gênero menos desigual: para cada 10,8 cineastas homens, havia uma cineasta mulher.

Alice Lanari fala sobre relevância “assustadora” de “América Armada”

Em uma das primeiras cenas de América Armada, documentário de Alice Lanari e Pedro Asbeg que chegou neste mês ao streaming, a ativista colombiana Teresita Gaviria ouve a história de uma das muitas mulheres que a procuram em busca de informações sobre parentes desaparecidos. Com semblante triste, mas sem chorar, a mulher conta que o conflito armado do país primeiro

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