Alice Lanari fala sobre relevância “assustadora” de “América Armada”

Em uma das primeiras cenas de América Armada, documentário de Alice Lanari e Pedro Asbeg que chegou neste mês ao streaming, a ativista colombiana Teresita Gaviria ouve a história de uma das muitas mulheres que a procuram em busca de informações sobre parentes desaparecidos. Com semblante triste, mas sem chorar, a mulher conta que o conflito armado do país primeiro

Mounia Meddour fala sobre “Papicha”: “Discutir o passado é fundamental”

Faz mais de um ano que Papicha, primeiro longa de ficção da diretora Mounia Meddour, chegou aos cinemas do Brasil, e quase dois desde que o filme fez sua estreia mundial do Festival de Cannes. No entanto, frequentes comentários nas redes sociais indicam que este forte drama ambientado na Argélia dos anos 1990 ficou na memória de muita gente e

Véronique Reymond e Stéphanie Chuat falam da parceria em “Minha Irmã”

As diretoras, roteiristas e atrizes suíças Stéphanie Chuat, de 50 anos, e Véronique Reymond, 49, mal conseguiram fazer uma pausa nos últimos meses. Desde que disputaram o Urso de Ouro no Festival de Berlim, em fevereiro do ano passado, elas têm exibido o longa Minha Irmã em eventos pelo mundo, como a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e

Online e gratuito, documentário “À Luz Delas” entrevista diretoras de fotografia

Um documentário sobre o trabalho das mulheres na direção de fotografia no Brasil agora pode ser visto online e gratuitamente. Dirigido por Luana Farias e Nina Tedesco, À Luz Delas chegou em dezembro à plataforma Videocamp e busca falar a um público amplo sobre a experiência e os desafios de quem fez carreira em uma das áreas que mais impõem obstáculos

Shahrbanoo Sadat: “Cineastas afegãos devem quebrar clichês sobre o país”

Com três longas no currículo, Shahrbanoo Sadat é uma diretora em posição inusitada: ela é afegã, vive em Cabul e conta histórias sobre o Afeganistão, mas filma fora do país, com dinheiro estrangeiro e equipe europeia. Seus filmes foram mais vistos pelo público do Festival de Cannes do que por seus compatriotas, mas partem de uma perspectiva inegavelmente local. "Acredito

Ekwa Msangi: “Precisamos da perspectiva e da liderança das mulheres artistas”

O plano geral de um aeroporto é a primeira imagem de Farewell Amor, longa-metragem da diretora americano-tanzaniana Ekwa Msangi que estreou no Brasil neste mês exclusivamente no catálogo do Mubi. É uma imagem familiar para muitos de nós: o ambiente de cores frias, os comunicados que ecoam pelas caixas de som, as malas indo e vindo, as pessoas entediadas ou

Documentário “Saudade Mundão” retrata cotidiano e histórias de prisão feminina

Quando Julia Hannud e Catharina Scarpellini decidiram que seu trabalho de conclusão de curso seria um documentário sobre uma penitenciária feminina, seus professores fizeram ressalvas. Entrar com uma câmera em uma prisão não seria tarefa fácil, ainda mais para estudantes de cinema, e mesmo no improvável caso de conseguirem passar pelo portão, não havia garantias de que as mulheres encarceradas

Bárbara Paz sobre “Babenco”, candidato do Brasil ao Oscar: “Fiz um filme de amor”

Carta de amor, poema visual, filme-despedida. Estas são algumas das definições dadas por Bárbara Paz a Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, premiado documentário que está em cartaz nos cinemas e vai representar o Brasil na busca por uma indicação ao Oscar de filme internacional. As definições da diretora apontam para o caráter extremamente pessoal

Djin Sganzerla estreia na direção com ‘Mulher Oceano’: ‘Queria ser criadora total’

Em sua carreira como atriz, Djin Sganzerla atuou em filmes de importantes cineastas brasileiros, incluindo seus próprios pais, Rogério Sganzerla (1946-2004) e Helena Ignez. Agora, chegou a sua vez de experimentar a sensação de estar do outro lado da câmera: ela é diretora, corroteirista e produtora de Mulher Oceano, longa-metragem que estreia nesta quinta-feira (26) nos cinemas brasileiros. Entrevista: Helena Ignez

Andrea Beltrão: “É doloroso, mas vamos resistir à asfixia da cultura no Brasil”

Os tempos são difíceis, mas Andrea Beltrão está cheia de energia. Na tarde em que conversou com o Mulher no Cinema, via Zoom, ela estava "esperançosa" com o resultado do plesbicito chileno que derrubou a Constituição dos tempos de ditadura militar, com o triunfo de Luis Arce na Bolívia, com a possibilidade de Joe Biden vencer Donald Trump nas eleições

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