Nosso Segredo, de Grace Passô, é o único filme dirigido por mulher entre os seis selecionados para a competição de longas-metragens de ficção da edição deste ano do Festival de Gramado. Copa das Diretoras: Baixe o e-book com 48 dicas de filmes dirigidos por mulheres Grace Passô: "Produção negra é um farol para a arte brasileira" A exibição em Gramado representará a estreia
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E-book reúne filmes dirigidos por mulheres em todos os países da Copa
O Mulher no Cinema lança o e-book Copa das Diretoras, no qual recomenda um filme dirigido por mulher para cada um dos 48 países que participam da Copa do Mundo de 2026 —da África do Sul ao Uzbequistão. O Copa das Diretoras é resultado de uma ampla pesquisa realizada pela jornalista Luísa Pécora, criadora do Mulher no Cinema. Para cada um
Prêmio Grande Otelo: Mulheres dirigiram todos os indicados a curta de animação
Mulheres dirigiram todos os seis filmes indicados a melhor curta-metragem de animação na edição deste ano do Prêmio Grande Otelo, antes conhecido como Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. A premiação, que é promovida pela Academia Brasileira de Cinema, vai revelar seus vencedores no dia 4 de agosto. Veja também: Assine a newsletter do Mulher no Cinema e acesse conteúdos exclusivos Os seis
Marie-Clémentine Dusabejambo vence Câmera de Ouro com “Ben’Imana”
A cineasta ruandesa Marie-Clémentine Dusabejambo ganhou o prêmio Câmera de Ouro, entregue ao melhor longa-metragem de estreia exibido no Festival de Cannes. Ela venceu com Ben’Imana, o primeiro filme de Ruanda a ser selecionado pelo evento francês, que encerrou sua 78ª edição neste sábado (23). “Ben’Imana” conta a história de Vénéranda, uma sobrevivente do genocídio de 1994 que dedica sua vida
Sofia Coppola: os melhores momentos musicais dos filmes da diretora
A atenção à trilha sonora é uma das muitas marcas do cinema de Sofia Coppola, diretora americana que ganhou do Oscar de melhor roteiro por Encontros e Desencontros (2003) e o prêmio de direção no Festival de Cannes por O Estranho que Nós Amamos (2017). Momentos musicais marcantes, vários deles embalados por canções pop, estão em todos os seus outros filmes, incluindo
Por trás da cena: Djin Sganzerla narra uma sequência de “Eclipse”
A diretora Djin Sganzerla é a convidada deste episódio do Por trás da cena, série produzida pelo Mulher no Cinema na qual cineastas comentam uma sequência de seus filmes. Ela narra uma cena de Eclipse, longa-metragem que já está em cartaz nos cinemas brasileiros. Eclipse conta a história de Cleo, uma astrônoma de 43 anos que, grávida e emocionalmente fragilizada, recebe a inesperada visita de
Cinco diretoras competem pela Palma de Ouro em Cannes
Mulheres dirigiram apenas cinco dos 22 filmes que disputarão a Palma de Ouro na 79ª edição do Festival de Cannes, que começa nesta terça-feira (12). Trata-se de uma proporção de 22,7%, abaixo dos 31,8% registrados em 2025, quando sete obras de diretoras estavam entre as 22 selecionadas. Leia também: Veja os principais prêmios recebidos por mulheres em Cannes Palma de Ouro: Conheça os filmes
BrLab celebra 15 anos com exibições de filmes e atividades gratuitas
Uma programação variada e gratuita celebra os 15 anos do BrLab, um dos principais espaços de desenvolvimento de projetos audiovisuais da América Latina. O evento ocorre em São Paulo (SP) de 7 a 26 de abril, e depois realiza atividades também em Brasília (DF), de 14 a 16 de abril, e no Recife (PE), de 4 a 8 de maio. Saiba
Por trás da cena: Anahí Borges narra uma sequência de “É Tempo de Amoras”
A diretora Anahí Borges é a convidada deste episódio do Por trás da cena, série produzida pelo Mulher no Cinema na qual cineastas comentam uma sequência de seus filmes. Ela narra uma cena de É Tempo de Amoras, longa-metragem que estreia nos cinemas em 26 de fevereiro. Em É Tempo de Amoras, Rosamaria Murtinho interpreta Pasqualina, uma mulher de 91 anos que vive em uma
Mariana Rondón: “Não dou protagonismo ao poder, mas a como o poder nos afeta”
Em cartaz nos cinemas brasileiros, Zafari representa tanto uma ruptura quanto uma continuidade na obra da diretora venezuelana Mariana Rondón. De um lado, ela se lança pela primeira vez no cinema de gênero, utilizando elementos do terror e do suspense para retratar o colapso de uma sociedade. De outro, adota a abordagem que marca sua filmografia: retratar a crise de









