Virginia Cavendish fala sobre “Através da Sombra” e vantagens de ser produtora

O diretor Walter Lima Jr. trabalhava com Virginia Cavendish no teatro quando propôs um novo projeto: uma peça inspirada em A Volta do Parafuso, obra lançada pelo escritor britânico Henry James em 1898. Ela gostou da ideia, mas achava que a adaptação deveria ser para as telas, e não para os palcos. Como atriz, ela queria voltar a fazer cinema. Como produtora,

Joana Mariani: “O documentário dirige você, e não o contrário”

A diretora Joana Mariani estava em uma emissora de televisão concedendo sua primeira entrevista sobre o filme Marias, que está em cartaz no Brasil. Ao ouvir uma das perguntas, não conseguiu evitar o que chamou de "cara estranha": "Qual vai ser seu próximo documentário?" A cara estranha se explica: foram seis anos de trabalho para lançar Marias, filme que acompanha diferentes celebrações de Nossa

Bette Gordon fala sobre “Variety” e desigualdade “abominável” na direção

Não é difícil entender porque Variety, o segundo longa-metragem da cineasta americana Bette Gordon, tornou-se um marco do cinema feminista quando chegou às telas, em 1983. Ao contar a história de Christine, funcionária de uma sala pornô que passa a seguir e observar um cliente de forma obsessiva, o filme ofereceu algo inovador: o ponto de vista de uma mulher

Marina Person: “Cada filme dirigido por uma mulher abre caminho para outra”

Desde que o público conheceu Marina Person, em meados da década de 1990, seu nome sempre esteve associado ao cinema. Primeiro, como filha de cineastas e apresentadora do Cine MTV; depois, à frente de outros programas na TV e no rádio; e finalmente como diretora, após o lançamento de Califórnia (2015), seu primeiro longa-metragem de ficção. Agora, a ideia é estreitar os laços

Emilia Ferreira fala sobre estreia na direção e equipe de mulheres

Treze anos após se mudar para os Estados Unidos, a diretora mineira Emilia Ferreira volta ao Brasil para mostrar seu primeiro longa-metragem, Entrelinhas. O filme, que está na competição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, é o resultado da vontade de fazer cinema que começou em Belo Horizonte, mas floresceu no exterior. "É um pouco a coisa do sonho americano", explica a

Anna Muylaert: “Sofri muitos boicotes e rasteiras machistas”

  Sucesso de bilheteria, prêmios internacionais, pré-indicação ao Oscar, convite para integrar a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Um ano depois da estreia de Que Horas Ela Volta?, uma coisa é certa: tanto no Brasil quanto no mundo, hoje muito mais gente conhece Anna Muylaert. Há quase três décadas trabalhando com cinema, a diretora sabe que nada aconteceu de repente. Mas

Tereza Gonzales fala sobre os novos projetos do Porta dos Fundos

Tereza Gonzalez se uniu ao grupo Porta dos Fundos com uma missão importante e difícil: coordenar a expansão para o cinema e a televisão do coletivo de humor que começou na internet. Os frutos dessa parceria já começaram a aparecer. Depois da série O Grande Gonzalez, exibida pela FOX, o grupo agora chega ao cinemas com Contrato Vitalício. Um segundo longa já

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