Oscar fica #LessWhite, mas continua #SoMale

Dois assuntos vão dominar as discussões sobre a cerimônia do Oscar, realizada neste domingo (26) em Los Angeles: o inacreditável erro no momento da entrega do prêmio de melhor filme, e a vitória de Moonlight: Sob a Luz do Luar, um longa de baixo orçamento, sobre um homossexual e com elenco e equipe formados majoritariamente por artistas negros. Em tempos de Donald Trump

Vamos conversar sobre essa bela bagunça que é o novo “Gilmore Girls”

* Esse texto contém muitos spoilers sobre Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar. Muitos spoilers MESMO * Gilmore Girls estreou na televisão quando eu tinha 13 ou 14 anos. Eu gostava de ler, gostava de filmes, gostava de música, conversava bastante com a minha mãe e queria ser jornalista - ou seja, basicamente achava que era a Rory e torcia para que

7 motivos para ver “Mercado de Capitais”

"Eu gosto de dinheiro. Fico realmente satisfeita com o fato de que finalmente as mulheres podem falar abertamente sobre ambição. Dinheiro não tem de ser uma palavra feia. Podemos gostar dele." Esta declaração, feita logo no começo de Mercado de Capitais, dá o tom do que o espectador encontrará pela frente: um filme sobre Wall Street que coloca as mulheres no centro da

Crítica: “Mercuriales”, filme dirigido por Virgil Vernier

A cena que abre Mercuriales, drama francês em cartaz no Brasil, mostra um jovem vigia conhecendo os dois prédios nos quais vai trabalhar. Ele visita diferentes ambientes, aprende sobre os equipamentos, observa câmeras de segurança e recebe orientações sobre o que fazer em situações hipotéticas. Dada a duração da cena - e o fato de os prédios em questão serem as torres

Crítica: “Esperando Acordada”, dirigido por Marie Belhomme

Isabelle Carré é o principal motivo para assistir Esperando Acordada, comédia francesa que está em cartaz no Brasil e marca a estreia da diretora Marie Belhomme no longa-metragem. Carré interpreta Perrine, uma mulher solteira de 30 e poucos anos que leva uma vida solitária. Musicista "quase" profissional, como se descreve nos anúncios em busca de trabalho, ganha a maior parte de seu dinheiro

Crítica: “Janis: Little Girl Blue”, dirigido por Amy J. Berg

Muita gente sabe como Janis Joplin morreu. Uma overdose de heroína em 1970 - antes do lançamento de seu segundo álbum solo, o excelente Pearl - a colocou no chamado "clube dos 27", termo usado para se referir a músicos importantes que morreram jovens. Mas pouca gente sabe como Janis Joplin viveu. E contar esta história é a grande sacada de Janis:

Em defesa da nova versão de “Caça-Fantasmas”

Para começar, uma confissão: não sou grande fã de comédias americanas e menos ainda de franquias hollywoodianas. Filmes que cabem nessa descrição são os que assisto no avião, por dever profissional ou em um dia de pouca inspiração na Netflix. No cinema, raramente. Na estreia, provavelmente nunca. Mas na última quinta-feira fui assistir à nova versão de Caça-Fantasmas. Por um motivo simples: sabia

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