Crítica: “Perdidos em Paris”, de Fiona Gordon e Dominique Abel

Uma bibliotecária atrapalhada, um mendigo apaixonado e uma velhinha foragida. São estes os protagonistas de Perdidos em Paris, coprodução de França e Bélgica que está em cartaz nos cinemas brasileiros após passar pelo Festival Varilux. Trata-se do quarto longa-metragem de Fiona Gordon e Dominique Abel, mas o primeiro em que a dupla não divide a direção com Bruno Romy. Casados na vida real, os dois se conheceram

“GLOW” usa luta livre para falar da mulher no cinema

Na primeira cena de GLOW, nova série original da Netflix, a personagem principal, Ruth Wilder, encara a câmera em um teste para um papel. Após dar tudo de si em um breve, mas intenso monólogo, recebe o olhar confuso da diretora de elenco: aquelas falas eram as do protagonista masculino. Ruth, então, começa novamente, agora com as partes do diálogo que cabiam ao

Crítica: “Paris Pode Esperar”, de Eleanor Coppola

Em 2009, Eleanor Coppola estava em Cannes acompanhando o marido, Francis Ford Coppola, em um dos principais festivais de cinema do mundo. De lá, o casal seguiria para o Leste Europeu, mas Eleanor tinha uma forte gripe e não queria voar. Aceitou, então, a ajuda de um francês sócio do marido, que ofereceu levá-la de carro até Paris. A viagem que

Por que você deve ir ao cinema ver “Mulher-Maravilha”

É uma bem-vinda coincidência que o aguardadíssimo Mulher-Maravilha chegue aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (1°), mesmo dia em que o Mulher no Cinema completa dois anos no ar. Quando foi criado, o site buscava potencializar no Brasil o debate internacional sobre a representação e participação feminina no audiovisual. Um debate que está intimamente ligado à Mulher-Maravilha, potencial divisor de águas no

Oscar fica #LessWhite, mas continua #SoMale

Dois assuntos vão dominar as discussões sobre a cerimônia do Oscar, realizada neste domingo (26) em Los Angeles: o inacreditável erro no momento da entrega do prêmio de melhor filme, e a vitória de Moonlight: Sob a Luz do Luar, um longa de baixo orçamento, sobre um homossexual e com elenco e equipe formados majoritariamente por artistas negros. Em tempos de Donald Trump

Vamos conversar sobre essa bela bagunça que é o novo “Gilmore Girls”

* Esse texto contém muitos spoilers sobre Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar. Muitos spoilers MESMO * Gilmore Girls estreou na televisão quando eu tinha 13 ou 14 anos. Eu gostava de ler, gostava de filmes, gostava de música, conversava bastante com a minha mãe e queria ser jornalista - ou seja, basicamente achava que era a Rory e torcia para que

7 motivos para ver “Mercado de Capitais”

"Eu gosto de dinheiro. Fico realmente satisfeita com o fato de que finalmente as mulheres podem falar abertamente sobre ambição. Dinheiro não tem de ser uma palavra feia. Podemos gostar dele." Esta declaração, feita logo no começo de Mercado de Capitais, dá o tom do que o espectador encontrará pela frente: um filme sobre Wall Street que coloca as mulheres no centro da

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