Crítica: “As Panteras” ganha nova roupagem, mas entrega mais do mesmo

O mundo precisa de uma nova versão de As Panteras? Esta pergunta se apresentou logo no momento em que um reboot moderno da franquia foi anunciado, e segue valendo agora que o longa-metragem, escrito e dirigido por Elizabeth Banks, chegou aos cinemas brasileiros. Estreias: Os filmes escritos, dirigidos e estrelados por mulheres em cartaz Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e acesse conteúdo

Ponto de vista é questão central em “Retrato de Uma Jovem Em Chamas”

A diretora francesa Céline Sciamma sabe abordar temas por vezes ásperos com notável delicadeza. Fez isso em seu longa de estreia, Lírios d’Água, falando da descoberta do amor e da sexualidade no conturbado período da adolescência; no aclamado Tomboy (2012), que mostra a transgeneridade no contexto da infância; e repete o feito em Retrato de Uma Jovem Em Chamas (2019),

“De Peito Aberto” busca fortalecer discussões sobre aleitamento materno

Seis meses de aleitamento materno exclusivo é o que recomenda a Organização Mundial da Saúde. Parece algo bastante simples, um tempo mínimo fácil de ser concretizado - mas não é. Em cartaz nos cinemas, o documentário De Peito Aberto, dirigido por Graziela Mantoanelli, mostra que, mais do que nunca, é necessário que homens e mulheres falem sobre esse assunto. Apoie: Colabore com

“Pássaros de Verão” recorre à tragédia grega para falar do narcotráfico na Colômbia

Os cineastas colombianos Ciro Guerra e Cristina Gallego são conhecidos pelo elogiado O Abraço da Serpente (2016), longa-metragem que ele dirigiu e ela produziu e que foi indicado ao Oscar de filme estrangeiro. Agora, voltam aos cinemas com Pássaros de Verão, que narra a ascensão, a queda e o fim trágico de um clã wayúu. Em cartaz no Brasil desde

Indicado ao Oscar, documentário “A Juíza” homenageia Ruth Bader Ginsburg

O documentário A Juíza (RBG, no título original), que concorreu ao Oscar e estreia nesta quinta-feira (23) nos cinemas brasileiros, é uma homenagem à norte-americana Ruth Bader Ginsburg, de 86 anos, e ao amor pelo serviço que exerce na Suprema Corte dos Estados Unidos há quase três décadas. Leia também: Suprema é retrato sem brilho da juíza Ruth Bader Ginsburg Apoie: Colabore com

“Varda por Agnés” é autobiografia e filme-despedida de Agnès Varda

É inegável o legado deixado pela cineasta Agnès Varda (1928-2019), que morreu no último mês de março, aos 90 anos. Diretora pioneira, ela foi nome fundamental da nouvelle vague, influente tanto na ficção quanto no documentário, a única mulher a ganhar a Palma de Ouro honorária e a primeira diretora a ganhar o Oscar pelo conjunto da obra. Em mais de 60 anos de carreira, manteve-se como uma

“A Sombra do Pai” explora horror e luto no cotidiano de família pobre brasileira

Personagens que perdem a humanidade em meio a questões sociais brasileiras parecem ser a ideia de horror de Gabriela Amaral Almeida. Após O Animal Cordial (2018), a diretora e roteirista volta aos cinemas nesta quinta-feira (2) com A Sombra do Pai. E se no primeiro filme uma tentativa de assalto transforma um restaurante paulistano em microcosmo do país, também o

“O Mau Exemplo de Cameron Post” discute religião, intolerância e “cura gay”

Premiado em Sundance, exibido na Mostra e agora em cartaz nos cinemas, O Mau Exemplo de Cameron Post é um filme de ficção ambientado nos Estados Unidos na década de 1990. No entanto, o longa dirigido por Desiree Akhavan traça um retrato dolorosamente atual não apenas da sociedade americana, mas também da brasileira. Estreias: Os filmes escritos, dirigidos e estrelados por mulheres

5 motivos para ver “Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos”

Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (18) um mês após ter estreado nas salas portuguesas, nas quais fez quase 5 mil espectadores, segundo dados do Instituto do Cinema e do Audiovisual referentes ao período até 10 de abril. Entrevista: Renée Nader Messora fala sobre Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos Apoie: Colabore com o Mulher no

Com sustos e humor, “Nós” reflete sobre o horror que vem de dentro

Uma garota assiste a um comercial de televisão na primeira cena de Nós, novo trabalho do diretor Jordan Peele após o sucesso de Corra! (2017). O ano é 1986 e o anúncio é da iniciativa beneficente Hands Across America, segundo a qual 6 milhões de americanos dariam as mãos para formar uma linha humana de uma ponta dos Estados Unidos

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