Laís Bodanzky sobre “Como Nossos Pais”: “A conta sempre ficou para a mulher”

Laís Bodanzky tem motivos para sorrir: seu quarto longa-metragem, Como Nossos Pais, chega às salas nesta quinta-feira (31) embalado por seis prêmios conquistados no último fim de semana no Festival de Gramado, incluindo filme e direção. Quando recebeu o Mulher no Cinema para uma entrevista em sua produtora, a Buriti, Laís ainda não tinha sido premiada, mas longas risadas já permeavam

Vania Catani: “O produtor tem de ser vocacionado como o ator”

Receita para eliminar qualquer possibilidade de trabalhar com Vania Catani: diga que quer ser produtor ou produtora só até chegar à função cinematográfica que realmente deseja desempenhar. A ideia de a produção ser um "bico" ou "passagem para outra coisa" é das que mais irrita a dona da Bananeira Filmes: "Ao contrário do que todo mundo pensa, não é qualquer um que pode

Paula Barreto fala sobre desafios da produção de audiovisual no Brasil

O sobrenome Barreto é parte fundamental da história do cinema brasileiro. Desde 1963, quando o patriarca da família, Luiz Carlos, criou a produtora L.C. Barreto, foram mais de 80 filmes lançados, entre curtas e longas-metragens - uma lista que inclui sucessos como Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976) e Bye, Bye Brasil (1980), e dois indicados ao Oscar de

Silvia Buarque: “Estamos vivendo um momento de desmonte cultural trágico”

Em um cena do longa-metragem Os Pobres Diabos, a personagem de Silvia Buarque, Creuza, faz um desabafo: "Artista precisa de aplauso, artista precisa de público". Ela se se refere ao decadente circo do qual faz parte, após mais uma apresentação vazia que mal paga a conta de eletricidade. Mas o comentário parece se aplicar, também, ao próprio cinema nacional. Afinal, para muitos lançamentos,

Cristiane Oliveira fala sobre filmagens e equipe feminina de “Mulher do Pai”

O fato de Cristiane Oliveira ter recebido o prêmio de direção no Festival do Rio pelo primeiro longa-metragem da carreira pode sugerir um sucesso repentino. Mas a cineasta gaúcha percorreu um bom caminho até ali: dirigiu três curtas, foi assistente de direção, trabalhou como produtora e co-escreveu dois longas. Com a lição de casa feita, ela agora vive a experiência de lançar

Noémie Saglio fala sobre os desafios das mulheres no cinema francês

Nos últimos quatro anos, a francesa Noémie Saglio rodou três longas-metragens: Beijei Uma Garota (2015), Connasse, princesse des coeurs (2015) e Tal Mãe, Tal Filha (2017), que está na programação do Festival Varilux de Cinema Francês e entra em cartaz nos cinemas brasileiros no dia 20 de julho. Mas pergunte à Noemie qual a sua profissão e ela provavelmente responderá que é roteirista

Mônica Simões fala sobre a vontade de dar voz à mãe em “Um Casamento”

Um vídeo de 16 mm de uma cerimônia de 1950, deteriorado pela ação do tempo, em que os noivos aparecem em flashes. O que para muitos seria um material a ser descartado foi o que motivou a diretora Mônica Simões a rodar Um Casamento, seu primeiro longa-metragem em uma carreira de 35 anos como videomaker, fotógrafa, documentarista e artista plástica. O casamento

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