Renée Nader Messora: “O índio é esquecido por todo mundo”

Um filme protagonizado por índios e codirigido por uma mulher foi o único título brasileiro premiado na última edição do Festival de Cannes. Ganhador do prêmio do júri na mostra Um Certo Olhar, Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, estreia no Brasil nesta quinta-feira (18). Leia também: 5 motivos para ver Chuva É Cantoria na Aldeia

Beatriz Seigner fala sobre “Los Silencios” e equipe liderada por mulheres

A diretora e roteirista brasileira Beatriz Seigner é uma cineasta que olha para o mundo. Nesta quinta-feira (11), ela chegou aos cinemas com Los Silencios, exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes do ano passado e rodado em uma ilha na fronteira entre Colômbia, Peru e Brasil. Seu longa-metragem de estreia, Bollywood Dream: O Sonho Bollywoodiano (2010), acompanhou três atrizes

Sophie Fillières faz duplo retrato feminino em “Quando Margot Encontra Margot”

A estreia da comédia Quando Margot Encontra Margot nesta quinta-feira (4) no Brasil tem significado especial para a diretora francesa Sophie Fillières. Foi no Rio de Janeiro, em um apartamento com vista para o Pão de Açúcar, que ela escreveu seu primeiro roteiro, aos 19 anos. "Na época, meus pais diziam: 'Você acha que vai escrever para cinema? Você nunca

Grace Passô: “A produção negra é um farol para a arte brasileira”

Depois de mais de 20 anos de carreira no teatro, a atriz mineira Grace Passô vive a interessante experiência de ser descoberta por outras plateias na tela do cinema. Premiada pelo trabalho em Praça Paris (2018), de Lucia Murat, ela agora estrela Temporada, filme dirigido por André Novais Oliveira que foi o grande ganhador do Festival de Brasília e chegou

Claire Atherton sobre Chantal Akerman: “Ela pertence a todos os lugares”

"É", "está", "pertence", "acredita". O tempo verbal no presente é frequentemente usado pela montadora Claire Atherton para se referir à Chantal Akerman, diretora belga que morreu há três anos. A escolha já se justificaria pelo legado inegavelmente vivo deixado pela cineasta, mas ganha ainda mais sentido no caso de alguém que colaborou com ela durante cerca de três décadas e

Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva lançam luz sobre o slam e o Brasil

No momento em que montavam o trailer de Slam: Voz de Levante, documentário já em cartaz nos cinemas, as diretoras Roberta Estrela D'Alva e Tatiana Lohmann consideraram a possibilidade de serem alvos de ataques nas redes sociais. Uma breve passagem pela página do filme do Facebook mostra que elas estavam certas: entre os 2,8 mil comentários postados no vídeo, publicado em 18 de

Anna Jadowska sobre ‘Rosas Selvagens’: ‘Queria criar personagem complexa e real’

"Estamos em um momento de mudança. A sociedade está profundamente dividida, as mulheres estão sob enorme pressão e não sabemos o que vai acontecer". Esta declaração poderia ser sobre o Brasil atual, mas na verdade foi feita há um ano pela diretora e roteirista polonesa Anna Jadowska, ao receber um prêmio no Festival de Cinema de Estocolmo por seu filme

Teresa Villaverde: “Há cada vez menos tempo, mas é bom ouvir histórias”

Um dos principais nomes do cinema português, Teresa Villaverde teve participação dupla na edição deste ano da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo: foi membro do júri internacional que premiou Las Sandinistas, de Jenny Murray, e apresentou seu novo filme, O Termômetro de Galileu, também selecionado para o Festival do Rio. Leia também: Mulheres dominam a premiação da Mostra de Cinema

Na Índia, Inka Achté retrata iniciativa que educa garotos sobre masculinidade tóxica

Em 2012, um crime violento ocorrido em Nova Délhi, na Índia, chocou o mundo: a estudante Jyoti Singh Pandey, de apenas 23 anos, foi espancada, torturada e estuprada por seis homens dentro de um ônibus. Morta em decorrência do ataque, a jovem tornou-se símbolo da luta das indianas por direitos, especialmente na cidade que é a quarta mais perigosa do

Henrika Kull sobre equipe feminina de “Jibril”: ‘Houve confiança entre nós’

Quão longe pode chegar um filme universitário? Jibril, o trabalho de conclusão de curso da alemã Henrika Kull, chegou à seção Panorama do Festival de Berlim e, agora, à Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Com equipe reduzida e formada principalmente por mulheres, o longa conta a história de Maryam, jovem alemã de origem árabe. Mãe solteira de três meninas,

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