Oscar premia recorde de mulheres, mas é cedo para falar em mudança

Comecemos pelas boas notícias: quinze mulheres foram premiadas no Oscar 2019, realizado neste domingo (24), um recorde em toda a história da premiação e mais do que o dobro do número de ganhadoras do ano passado. Também foi recorde o número de artistas negros (sete) e de mulheres negras (três) premiados, e ao contrário dos dois anos anteriores, nos quais

Hannah Beachler é 1ª mulher negra a ganhar Oscar de design de produção

A americana Hannah Beachler fez história neste domingo (24) ao tornar-se a primeira mulher negra a ganhar o Oscar de design de produção. Ela e Jay Hart venceram por Pantera Negra, de Ryan Coogler. Análise: Oscar premia recorde de mulheres, mas é cedo para falar em mudança Leia também: 5 vitórias importantes das mulheres no Oscar deste ano Oscar 2019: Veja a lista completa com

Ruth E. Carter é a primeira mulher negra a ganhar o Oscar de figurino

A americana Ruth E. Carter tornou-se a primeira mulher negra a ganhar o Oscar de figurino. Ela foi premiada na cerimônia deste domingo (24) pelo trabalho em Pantera Negra. Análise: Oscar premia recorde de mulheres, mas é cedo para falar em mudança Leia também: 5 vitórias importantes das mulheres no Oscar deste ano Oscar 2019: Veja a lista completa com todas as mulheres premiadas    Apoie: Colabore mensalmente

Grace Passô: “A produção negra é um farol para a arte brasileira”

Depois de mais de 20 anos de carreira no teatro, a atriz mineira Grace Passô vive a interessante experiência de ser descoberta por outras plateias na tela do cinema. Premiada pelo trabalho em Praça Paris (2018), de Lucia Murat, ela agora estrela Temporada, filme dirigido por André Novais Oliveira que foi o grande ganhador do Festival de Brasília e chegou

Cicely Tyson é 1ª mulher negra a levar Oscar honorário

A atriz americana Cicely Tyson fez história na noite de domingo (18) ao tornar-se a primeira mulher negra a receber um Oscar honorário. A estatueta, entregue em uma cerimônia especial, celebra "contribuição excepcional às ciências e artes cinematográficas". Tyson recebeu a estatueta das mãos da diretora, roteirista e produtora Ava DuVernay. Antes da cerimônia, DuVernay pediu que algumas amigas, mulheres negras,

Crowdfunding: Documentário aborda racismo e invisibilidade social da mulher negra

Mulher no Cinema dá espaço a iniciativas de financiamento coletivo relacionadas ao trabalho das mulheres nas telas. A ideia é apresentar projetos independentes a quem quer colaborar. Envie sugestões para contato@mulhernocinema.com CORPOS INVISÍVEIS O PROJETO Corpos Invisíveis é um documentário de curta-metragem da diretora e roteirista Quézia Lopes. Em fase de desenvolvimento e captação de recursos, o filme busca discutir a invisibilidade social da mulher

Glenda Nicácio sobre “Café com Canela” e o Recôncavo: “Cachoeira é plano A, B e C”

Em cartaz nos cinemas brasileiros, Café com Canela narra o encontro de suas duas protagonistas: Margarida, professora aposentada que há anos vive em luto por causa da morte do filho; e Violeta, jovem alegre e cheia de vida que mora com o marido e os filhos, cuida da avó e vende coxinhas. Mas há uma terceira protagonista nesta história: Cachoeira,

De volta à direção, Adelia Sampaio estreia novo filme no Festival de Curtas

Adelia Sampaio está de volta. Após doze anos longe da direção, a cineasta celebra o lançamento de seu novo trabalho, O Mundo de Dentro, que estreia nesta quinta-feira (23) no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. E se muita coisa mudou no mundo e no cinema neste período, o mesmo pode ser dito sobre a trajetória de Adelia,

7 perguntas para a atriz Isabél Zuaa, protagonista de “As Boas Maneiras”

Há vários motivos para se assistir ao terror brasileiro As Boas Maneiras, dirigido por Juliana Rojas e Marco Dutra, que estreou nos cinemas na quinta-feira (7) após fazer premiada carreira em festivais nacionais e estrangeiros. Um destes motivos é o trabalho da atriz portuguesa Isabél Zuaa, que no papel da protagonista, Clara, guia o espectador por uma história que é de

Camila de Moraes, diretora de “O Caso do Homem Errado”: “Do luto a gente faz luta”

Em 1987, o operário negro Júlio César de Melo Pinto foi preso na cidade de Porto Alegre (RS) após ser confundido com assaltantes. Ao entrar no carro da Brigada Militar, ele tinha apenas um ferimento na boca. Mas Júlio César, 30 anos, nunca mais voltou para casa: foi executado por policiais com um tiro no abdômen. É esta a história que

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