Kika Sena sobre representação trans: “As pessoas são diversas em todo contexto”

A trajetória de Kika Sena certamente a preparou para protagonizar Paloma, filme dirigido por Marcelo Gomes que faz sua estreia nacional nesta segunda-feira (10) no Festival do Rio. Aos 28 anos, ela é formada em Artes Cênicas e cursa mestrado na mesma área, tem carreira como atriz e diretora de teatro e trabalha, também, como arte-educadora, poeta e performer. Apesar de experiente,

Nathalie Mesén sobre “Clara Sola”: “O corpo foi nossa maior ferramenta”

É de impressionar a trajetória internacional de Clara Sola, primeiro longa-metragem da diretora Nathalie Álvarez Mesén, que estreou nos cinemas brasileiros na última quinta-feira (11). Depois de uma première mundial na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes, na França, o filme venceu a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, representou a Costa Rica na busca por uma indicação ao

Estreias da semana: as mulheres que chegam às salas

Toda semana, sempre às quintas-feiras, o Mulher no Cinema prepara uma lista com os filmes dirigidos, escritos e/ou protagonizados por mulheres que chegam às salas de cinema do Brasil. Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e acesse conteúdo exclusivo Como alguns filmes não estreiam em todas as praças, é importante que o leitor consulte a programação de sua cidade. O Mulher no Cinema também recomenda que o público

Premiado em Veneza, “O Acontecimento” retrata solidão do aborto

Apesar de ambientada quase seis décadas atrás, é dolorosamente atual a trama de O Acontecimento, premiado filme da diretora Audrey Diwan que chegou na quinta-feira (7) aos cinemas brasileiros. A história da jovem francesa que busca interromper uma gravidez indesejada em 1963 dialoga com dois acontecimentos reais das últimas semanas: o caso da menina de 11 anos que, vítima de

Estreias da semana: as mulheres que chegam às salas

Toda semana, sempre às quintas-feiras, o Mulher no Cinema prepara uma lista com os filmes dirigidos, escritos e/ou protagonizados por mulheres que chegam às salas de cinema do Brasil. Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e acesse conteúdo exclusivo Como alguns filmes não estreiam em todas as praças, é importante que o leitor consulte a programação de sua cidade. O Mulher no Cinema também recomenda que o público

Thais Fujinaga sobre ‘A Felicidade das Coisas’: ‘Evitei criar mulheres imbatíveis’

Parte das memórias afetivas da diretora Thais Fujinaga a história de seu primeiro longa-metragem, A Felicidade das Coisas, já em cartaz nos cinemas. O filme se passa em uma casa de praia na cidade de Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, mais especificamente no Morro do Algodão, onde a própria diretora passou muitos verões durante a infância e a adolescência

“Stars at Noon”, de Claire Denis, vence o Grand Prix do Festival de Cannes

Depois de vencer o prêmio de direção no Festival de Berlim, em fevereiro, com o filme Fire, a diretora francesa Claire Denis agora ganhou o Grand Prix do Festival de Cannes por outro longa-metragem, Stars at Noon. Os prêmios da 75ª edição do Festival de Cannes foram anunciados neste sábado (28) pelo júri presidido pelo ator Vincent Lindon. Dos cinco filmes

Guia de Cannes: veja os filmes dirigidos por mulheres selecionados para o festival

A 75ª edição do Festival de Cannes começa nesta terça-feira (17) com um marco inédito: pela primeira vez na história, cinco filmes dirigidos ou codirigidos por mulheres vão disputar a Palma de Ouro, mais importante troféu entregue pelo tradicional evento francês. Até agora, o recorde de filmes dirigidos por mulheres na competição principal era quatro, registrado apenas nas edições de 2021,

Amandine Gay: “Quis mostrar mulheres negras se apropriando da narrativa”

Em 2014, a francesa Amandine Gay estava cansada de interpretar imigrantes ilegais, traficantes, prostitutas e outras personagens calcadas em estereótipos que costumavam ser oferecidas a atrizes negras como ela. Uma dia, uma amiga lhe deu um conselho: “Se você quer papéis melhores, escreva-os você mesma.” Amandine então começou a escrever roteiros, inclusive o de uma série de televisão sobre um

Patricia Rozema: “Em meus filmes, tentei ser completamente eu mesma”

Quando lançou seu longa-metragem de estreia, Eu Ouvi o Canto das Sereias, em 1987, a diretora e roteirista canadense Patricia Rozema era uma jovem cineasta sem treinamento na área e com apenas dois curtas no currículo. Mais de 30 anos depois, quando chegou ao set de seu filme mais recente, Mouthpiece (2018), era uma diretora premiada e com larga experiência

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