Quem é Mariette Rissenbeek, a nova diretora executiva da Berlinale?

Após 17 anos sob o comando do jornalista e crítico de cinema alemão Dieter Kosslick, a partir de 2020 o Festival Internacional de Cinema de Berlim será dirigido pela holandesa Mariette Rissenbeek. Ela será a primeira mulher responsável por um evento de cinema europeu do porte de Berlim, Cannes e Veneza. Leia também: Angela Schanelec ganha prêmio de direção no Festival de

“Ama-San” cria atmosfera lírica para mostrar vida de pescadoras japonesas

Ama-San, novo filme da diretora Cláudia Varejão (No Escuro do Cinema Descalço os Sapatos), chega aos cinemas de São Paulo e Rio de Janeiro nesta quinta-feira (10), depois de ter sido premiado em festivais como o DocLisboa de 2016. Varejão nasceu no Porto, cidade portuguesa de 214 mil habitantes, mas encontrou o incrível tema de seu segundo longa-metragem numa vila de pescadores

“Sequestro Relâmpago” coloca Marina Ruy Barbosa em situação-limite

Tata Amaral é uma das grandes diretoras do cinema brasileiro, ao lado de nomes como Anna Muylaert e Laís Bodanzky. Seus filmes são obrigatórios, principalmente para os cinéfilos -  do primeiro longa-metragem, Um Céu de Estrelas (1996), no qual Leona Cavalli é uma mulher tomada refém por seu namorado, ao drama Hoje (2011), com Denise Fraga, sobre a ditadura militar no Brasil.  Estreias da

Veja os principais prêmios conquistados por mulheres no Festival de Veneza

A 75ª edição do Festival de Veneza começa nesta quarta-feira (29), com apenas um filme dirigido por mulher entre os 21 títulos que competem pelo Leão de Ouro - The Nightingale, da diretora australiana Jennifer Kent. Leia também: Os principais prêmios conquistados por mulheres no Festival de Cannes Até hoje, só quatro longas com direção feminina receberam o troféu mais importante do

“Unicórnio” troca adaptação literária clássica por homenagem poética

"Dizem que todos os pervertidos sexuais têm mau caráter. Dizem, eu sei. Você acredita? Acredito sim. No aspecto físico ela era uma adolescente sem espinhas. E ele? Espere, quero falar mais dela. Muito bem, espinhas então. Isso não é tudo. Quando ela me falava de sexo, debaixo da figueira, eu começava a rir inevitavelmente. Que coisa saberia do sexo aquela

Veja os principais prêmios conquistados por mulheres no Festival de Cannes

A 71ª edição do Festival de Cannes terminou neste sábado (19), com o anúncio dos ganhadores dos principais prêmios. Neste ano, apenas três dos 21 filmes que concorreram à Palma de Ouro eram dirigidos por mulheres. Leia também: Conheça os filmes dirigidos por mulheres que já concorreram à Palma de Ouro Vídeo: Veja o discurso de Agnès Varda e Cate Blanchett em Cannes – com

Conheça os filmes protagonizados por mulheres que ganharam a Palma de Ouro

O Festival de Cannes é conhecido pelos números totalmente desfavoráveis às mulheres: desde 1955, quando a primeira Palma de Ouro foi entregue, apenas uma diretora recebeu esta que é considerada a maior honra do evento. No caso, a cineasta neozelandesa Jane Campion, em 1993, por O Piano. Leia também: Veja todos os filmes dirigidos por mulheres que já concorreram à Palma de

Jorane Castro coloca mulheres na estrada em “Para Ter Onde Ir”

Diretora de curtas como Invisíveis Prazeres Cotidianos (2004) e Ribeirinhos do Asfalto (2011), a paraense Jorane Castro estreia no longa de ficção com o road movie Para Ter Onde Ir. A escolha é de certa forma ousada, já que o cinema brasileiro tem exemplares muitos bons do gênero, que vão de Bye Bye Brasil (1979) e Central do Brasil (1998) a O Céu

Terminando o #52FilmsByWomen com Annemarie Jacir, Julia Murat, Dee Rees, Ana Katz

De março de 2017 até fevereiro de 2018, assisti a um filme dirigido por mulher toda semana para a campanha #52FilmsbyWomen, promovida pela Women in Film and Television e adotada pelo Mulher no Cinema. Todos os filmes selecionados foram longas, sendo sete documentários, uma animação e 44 ficções majoritariamente dramáticas (provavelmente Toni Erdmann foi o mais “comédia” da minha lista). Começo a falar

#52FilmsByWomen de janeiro: Mania Akbari, Haifaa Al Mansour, Mijke de Jong, So Yong Kim, Lone Scherfig

Estes foram os filmes vistos em janeiro como parte da campanha #52FilmsByWomen: 20 Dedos (2004), da iraniana Mania Akbari - começo esse texto com uma "denúncia!!": é muito difícil encontrar os filmes desta diretora para ver, seja nas plataformas online, seja nas salas de cinema. A Mania Akbari é, sim, cineasta digna de uma mostra especial. Além de 20 Dedos, ela dirigiu os longas

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