“Sequestro Relâmpago” coloca Marina Ruy Barbosa em situação-limite

Tata Amaral é uma das grandes diretoras do cinema brasileiro, ao lado de nomes como Anna Muylaert e Laís Bodanzky. Seus filmes são obrigatórios, principalmente para os cinéfilos -  do primeiro longa-metragem, Um Céu de Estrelas (1996), no qual Leona Cavalli é uma mulher tomada refém por seu namorado, ao drama Hoje (2011), com Denise Fraga, sobre a ditadura militar no Brasil.  Estreias da

Veja as mulheres premiadas no Festival do Rio

Susanna Lira, Renée Nader Messora, Flavia Castro e Glenda Nicácio foram algumas das mulheres premiadas na edição 2018 do Festival do Rio, encerrada n0 domingo (11). Lira levou o troféu de direção de documentário por Torre das Donzelas, também escolhido pelo júri e pelo público como o melhor documentário. Já Nader Messora recebeu tanto o prêmio de direção de ficção quanto

Brunna Laboissière conta bastidores de ‘Fabiana’, filme sobre caminhoneira trans

O primeiro longa-metragem da diretora Brunna Laboissière surgiu de um hábito: pegar carona pelas estradas do Brasil. Estudando Arquitetura e Urbanismo em São Paulo, ela costumava viajar assim para visitar os pais em sua cidade natal, Goiânia. Um dia, foi surpreendida ao ver quem dirigia o caminhão que parou para que ela subisse na boleia: não era um homem, como costumava

Documentário de Ana Rieper resgata trajetória da cantora Clementina de Jesus

A cantora Clementina de Jesus (1901-1987) é tema do novo documentário de Ana Rieper, diretora de Vou Rifar Meu Coração (2011) e Cinco Vezes Chico: O Velho e sua Gente (2015). O filme, intitulado Clementina, faz sua estreia mundial na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, com três sessões programadas. Saiba mais: Conheça todos os filmes dirigidos por mulheres na

Mulheres dirigem 4 de 9 ficções na competição do Festival do Rio

Quatro filmes dirigidos ou codirigidos por mulheres estão entre os nove títulos de ficção que integram a principal mostra competitiva do Festival do Rio. No ano passado, mulheres dirigiram sete dos noves longas. As ficções dirigidas por mulheres que competem na Première Brasil 2018 são A Sombra do Pai, de Gabriela Amaral Almeida; Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée

Helena Ignez relembra suas personagens marcantes

Em cartaz nos cinemas com A Moça do Calendário, seu quinto longa-metragem como diretora, Helena Ignez também tem uma carreira notável como atriz. Em mais de 50 anos de carreira, trabalhou em alguns dos filmes mais importantes do cinema brasileiro, como O Assalto ao Trem Pagador (1962), O Bandido da Luz Vermelha (1968) e A Mulher de Todos (1969). Entrevista: Autora,

Autora, Helena Ignez rejeita título de musa: “A voz da musa é o silêncio”

Encontrar um texto sobre Helena Ignez que não mencione a palavra musa - do Cinema Novo, marginal, brasileiro - não é das tarefas mais fáceis. Com mais de 50 anos de carreira e papéis marcantes em alguns dos mais importantes filmes nacionais, a atriz e diretora é frequentemente citada como inspiração de outros cineastas - especialmente os dois com quem

Morre aos 92 anos Beatriz Segall, atriz de cinema, teatro e televisão

A atriz Beatriz Segall morreu nesta quarta-feira (5), aos 92 anos. De acordo com familiares, ela estava internada em São Paulo (SP) desde o dia 16 de agosto, com quadro de problemas respiratórios. Nascida em 1926, Beatriz estudou no Serviço Nacional de Teatro e depois estudou teatro e literatura na França. Durante o final da década de 1960 e os anos 1970,

Glenda Nicácio sobre “Café com Canela” e o Recôncavo: “Cachoeira é plano A, B e C”

Em cartaz nos cinemas brasileiros, Café com Canela narra o encontro de suas duas protagonistas: Margarida, professora aposentada que há anos vive em luto por causa da morte do filho; e Violeta, jovem alegre e cheia de vida que mora com o marido e os filhos, cuida da avó e vende coxinhas. Mas há uma terceira protagonista nesta história: Cachoeira,

Fernanda Pessoa revê ditadura pela pornochanchada: ‘Cinema nos conecta ao passado’

O que os filmes da pornochanchada têm a dizer sobre os anos de ditadura militar? Para muitos, o gênero cinematográfico mais produzido e assistido no Brasil na década de 1970 nada mais foi do que uma diversão escapista de qualidade no mínimo questionável. Mas não para a diretora Fernanda Pessoa, que chega às salas nesta quinta-feira (23) com o documentário Histórias

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