Juliana Rojas e Marco Dutra falam de ‘As Boas Maneiras’ e filme de gênero no Brasil

Juliana Rojas e Marco Dutra retomam sua parceria na direção com As Boas Maneiras, misto de terror, fábula e musical que estreou nos cinemas na quinta-feira (7) após premiada carreira em festivais nacionais e estrangeiros. É o segundo longa da dupla, que se conheceu na faculdade, colaborou em curtas e ganhou popularidade com Trabalhar Cansa (2011). Entrevista: 7 perguntas para a atriz Isabél Zuaa,

7 perguntas para a atriz Isabél Zuaa, protagonista de “As Boas Maneiras”

Há vários motivos para se assistir ao terror brasileiro As Boas Maneiras, dirigido por Juliana Rojas e Marco Dutra, que estreou nos cinemas na quinta-feira (7) após fazer premiada carreira em festivais nacionais e estrangeiros. Um destes motivos é o trabalho da atriz portuguesa Isabél Zuaa, que no papel da protagonista, Clara, guia o espectador por uma história que é de

Camila de Moraes, diretora de “O Caso do Homem Errado”: “Do luto a gente faz luta”

Em 1987, o operário negro Júlio César de Melo Pinto foi preso na cidade de Porto Alegre (RS) após ser confundido com assaltantes. Ao entrar no carro da Brigada Militar, ele tinha apenas um ferimento na boca. Mas Júlio César, 30 anos, nunca mais voltou para casa: foi executado por policiais com um tiro no abdômen. É esta a história que

Monique Gardenberg faz tributo ao brega e quer ‘abrir cabeças’ em ‘Paraíso Perdido’

A estreia de Paraíso Perdido, nesta quinta-feira (31), marca a volta da diretora Monique Gardenberg aos cinemas depois de um longo intervalo. Desde o lançamento de Ó Pai, Ó, em 2007, ela se dedicou à série de mesmo nome, à direção de shows e a projetos cinematográficos que ainda não saíram do papel. O resultado: oito anos sem filmar. "Estava dependendo

Veja o trailer de “Baronesa”, longa de estreia de Juliana Antunes

A periferia da capital mineira, Belo Horizonte, é o cenário de Baronesa, filme da diretora Juliana Antunes que chega aos cinemas em 14 de junho após ser premiado no Festival Internacional de Cinema de Marseille e na Mostra de Tiradentes, entre outros eventos nacionais e internacionais. O filme conta a história de duas amigas e vizinhas: Andreia, que quer se mudar

Filme de diretora brasileira leva prêmio do júri na mostra Um Certo Olhar

Dirigido pela brasileira Renée Nader Messora e pelo português João Salaviza, Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos ganhou o prêmio do júri na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (18). Entrevista: "Cannes se interessou pelo Brasil que o Brasil nega", diz Renée Nader Messora Saiba mais: Veja os filmes dirigidos por mulheres que ganharam

Jorane Castro: “Nacionalizar o cinema só pode ser bom para o Brasil”

"Quero assistir porque reconheci meu sotaque." Esta foi uma das reações que a diretora paraense Jorane Castro ouviu em relação ao trailer de seu primeiro longa-metragem, Para Ter Onde Ir. Em cartaz nos cinemas, o road movie foi rodado em uma paisagem raramente mostrada nas telas - a cidade de Belém e parte da Amazônia Atlântica em Salinópolis, no Pará -, tem

Renée Nader Messora: “Cannes se interessou pelo Brasil que o Brasil nega”

Um filme protagonizado por índios e codirigido por uma mulher é um dos títulos brasileiros que foram selecionados para a edição deste ano do Festival de Cannes. Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, faz sua estreia mundial nesta quarta-feira (16) na mostra Um Certo Olhar, que tem Benício del Toro como presidente do júri. "O

Veja o teaser de “Los Silencios”, filme de Beatriz Seigner

Dirigido pela brasileira Beatriz Seigner (de Bollywood Dream - O Sonho Bollywoodiano), Los Silencios fará sua estreia mundial nesta sexta-feira (11) na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Los Silencios conta a história de Amparo (Marleyda Soto), que tem que lidar com o desaparecimento da filha e do marido, enquanto espera por documentos para passar pela fronteira entre Brasil, Colômbia e

Jorane Castro coloca mulheres na estrada em “Para Ter Onde Ir”

Diretora de curtas como Invisíveis Prazeres Cotidianos (2004) e Ribeirinhos do Asfalto (2011), a paraense Jorane Castro estreia no longa de ficção com o road movie Para Ter Onde Ir. A escolha é de certa forma ousada, já que o cinema brasileiro tem exemplares muitos bons do gênero, que vão de Bye Bye Brasil (1979) e Central do Brasil (1998) a O Céu

Top