Documentário narra trajetória de David Lynch antes de “Eraserhead”

Não poderia ser melhor o momento do lançamento no Brasil de David Lynch: A Vida de um Artista, documentário sobre o cineasta americano que chegou às salas na semana passada. Com o fim da nova e espetacular temporada da série Twin Peaks, há um renovado interesse pela obra do diretor, também responsável por filmes celebrados como Veludo Azul (1986), Estrada Perdida (1997)

Sofia Coppola aborda desejo e vingança em “O Estranho que Nós Amamos”

A Guerra Civil Americana é pano de fundo para uma história de desejo e vingança em O Estranho que Nós Amamos, filme que fez de Sofia Coppola a segunda mulher na história a ganhar o prêmio de direção no Festival de Cannes. Saiba mais: Sofia Coppola ganha o prêmio de direção no Festival de Cannes Leia também: Os 12 melhores filmes do século 21, segundo

Pouco original, “O Reencontro” se apoia no talento de grandes atrizes

Duas das principais atrizes do cinema francês, Catherine Frot e Catherine Deneuve contracenam em O Reencontro, filme dirigido por Martin Provost que está em cartaz no Brasil após ser ter sido exibido no Festival Varilux. Catherine Frot é Claire, uma parteira que ama seu trabalho, mas se prepara para ficar desempregada com o fechamento da clínica em que trabalha. Mãe solteira de um

Crítica: “Perdidos em Paris”, de Fiona Gordon e Dominique Abel

Uma bibliotecária atrapalhada, um mendigo apaixonado e uma velhinha foragida. São estes os protagonistas de Perdidos em Paris, coprodução de França e Bélgica que está em cartaz nos cinemas brasileiros após passar pelo Festival Varilux. Trata-se do quarto longa-metragem de Fiona Gordon e Dominique Abel, mas o primeiro em que a dupla não divide a direção com Bruno Romy. Casados na vida real, os dois se conheceram

“GLOW” usa luta livre para falar da mulher em Hollywood

Na primeira cena de GLOW, nova série original da Netflix, a personagem principal, Ruth Wilder, encara a câmera em um teste para um papel. Após dar tudo de si em um breve, mas intenso monólogo, recebe o olhar confuso da diretora de elenco: aquelas falas eram as do protagonista masculino. Ruth, então, começa novamente, agora com as partes do diálogo que cabiam ao

Crítica: “Paris Pode Esperar”, de Eleanor Coppola

Em 2009, Eleanor Coppola estava em Cannes acompanhando o marido, Francis Ford Coppola, em um dos principais festivais de cinema do mundo. De lá, o casal seguiria para o Leste Europeu, mas Eleanor tinha uma forte gripe e não queria voar. Aceitou, então, a ajuda de um francês sócio do marido, que ofereceu levá-la de carro até Paris. A viagem que

Vamos conversar sobre essa bela bagunça que é o novo “Gilmore Girls”

* Esse texto contém muitos spoilers sobre Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar. Muitos spoilers MESMO * Gilmore Girls estreou na televisão quando eu tinha 13 ou 14 anos. Eu gostava de ler, gostava de filmes, gostava de música, conversava bastante com a minha mãe e queria ser jornalista - ou seja, basicamente achava que era a Rory e torcia para que

7 motivos para ver “Mercado de Capitais”

"Eu gosto de dinheiro. Fico realmente satisfeita com o fato de que finalmente as mulheres podem falar abertamente sobre ambição. Dinheiro não tem de ser uma palavra feia. Podemos gostar dele." Esta declaração, feita logo no começo de Mercado de Capitais, dá o tom do que o espectador encontrará pela frente: um filme sobre Wall Street que coloca as mulheres no centro da

Crítica: “Mercuriales”, filme dirigido por Virgil Vernier

A cena que abre Mercuriales, drama francês em cartaz no Brasil, mostra um jovem vigia conhecendo os dois prédios nos quais vai trabalhar. Ele visita diferentes ambientes, aprende sobre os equipamentos, observa câmeras de segurança e recebe orientações sobre o que fazer em situações hipotéticas. Dada a duração da cena - e o fato de os prédios em questão serem as torres

Crítica: “Esperando Acordada”, dirigido por Marie Belhomme

Isabelle Carré é o principal motivo para assistir Esperando Acordada, comédia francesa que está em cartaz no Brasil e marca a estreia da diretora Marie Belhomme no longa-metragem. Carré interpreta Perrine, uma mulher solteira de 30 e poucos anos que leva uma vida solitária. Musicista "quase" profissional, como se descreve nos anúncios em busca de trabalho, ganha a maior parte de seu dinheiro

Top