Com muito sangue, “Vingança” quer dar visão feminina ao filme de vingança

Em cartaz no Brasil, o longa francês Vingança fez sua estreia no Festival de Toronto três semanas antes de virem à tona as primeiras denúncias de assédio e estupro contra o produtor americano Harvey Weinstein. Quando chegou ao circuito comercial, meses depois, já era considerado por muitos um filme para os tempos de #MeToo: a história de uma mulher que, após

“Oito Mulheres e um Segredo” troca ladrões por ladras, mas repete fórmula

A atriz Rachel Weisz surpreendeu ao dizer, há alguns meses, que não endossa o forte coro por uma mulher no papel de James Bond. "Por que não criar nossa própria história ao invés de ser comparada a todos os homens que vieram antes?", questionou, em entrevista ao Telegraph. "As mulheres são fascinantes e deveriam ganhar suas próprias histórias." Estreias da semana:

5 documentários musicais para assistir no In-Edit Brasil

Começa nesta quinta-feira (7) em São Paulo (SP) a 10ª edição do In-Edit Brasil, festival dedicado a documentários sobre música. Até 17 de junho, o evento exibe longas e curtas nacionais e internacionais em sessões gratuitas no Spcine Olido, no Spcine Lima Barreto, no Cine Matilha e na Cinemateca Brasileira, além de sessões pagas no CineSesc. Leia também: 17 documentários musicais sobre mulheres +

7 filmes para ver no Festival Varilux de Cinema Francês

Maior mostra do mundo dedicada à produção audiovisual da França, o Festival Varilux de Cinema Francês começa nesta quinta-feira (7) em 63 cidades brasileiras. Até o dia 20 de junho serão exibidos 21 filmes, que depois também chegarão a mais 25 municípios, graças a uma parceria com o Sesc. No ano passado, o evento levou 180 mil espectadores ao cinema. Mulher

Camila de Moraes, diretora de “O Caso do Homem Errado”: “Do luto a gente faz luta”

Em 1987, o operário negro Júlio César de Melo Pinto foi preso na cidade de Porto Alegre (RS) após ser confundido com assaltantes. Ao entrar no carro da Brigada Militar, ele tinha apenas um ferimento na boca. Mas Júlio César, 30 anos, nunca mais voltou para casa: foi executado por policiais com um tiro no abdômen. É esta a história que

5 filmes de diretoras para ver em junho na Netflix

Todo mês o Mulher no Cinema escolhe cinco filmes dirigidos por mulheres que podem ser vistos em casa mesmo, no conforto da Netflix. São títulos de diferentes gêneros, que mostram a variedade da produção feminina e ajudam naqueles dias em que a vontade de ver um filme é grande, mas a inspiração não vem. Veja os destaques do mês de junho: "A Arte de

Monique Gardenberg faz tributo ao brega e quer ‘abrir cabeças’ em ‘Paraíso Perdido’

A estreia de Paraíso Perdido, nesta quinta-feira (31), marca a volta da diretora Monique Gardenberg aos cinemas depois de um longo intervalo. Desde o lançamento de Ó Pai, Ó, em 2007, ela se dedicou à série de mesmo nome, à direção de shows e a projetos cinematográficos que ainda não saíram do papel. O resultado: oito anos sem filmar. "Estava dependendo

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