Será que lembraremos de 2017 como o ano em que tudo mudou? As discussões sobre a igualdade de gênero no audiovisual vêm se fortalecendo há algum tempo, mas atingiram um novo patamar no último mês de setembro, quando o escândalo Harvey Weinstein deu início a uma avalanche de denúncias de assédio que abalaram Hollywood e outras cinematografias. Leia também: Diretoras brasileiras escolhem
Author: Luísa Pécora
Diretoras brasileiras respondem: qual o melhor filme dirigido por mulher do ano?
Em quantos anos se cria uma tradição? Pela segunda vez consecutiva o Mulher no Cinema publica uma lista de melhores filmes do ano um pouco diferente e bem especial: aqui, quem escolhe não são os críticos ou o público, mas, sim, as mulheres que fazem cinema. Leia também: 10 filmes escritos ou dirigidos por mulheres para ver no Natal Nossa reportagem conversou
O ano em que descobrimos Margaret Atwood
Eis um item para a lista de coisas boas que aconteceram em 2017: foi o ano em que descobrimos Margaret Atwood. É verdade que a escritora canadense de 78 anos e mais de 40 obras publicadas já era um nome importante da literatura, vencedora do Booker Prize e dos prêmios Príncipe das Astúrias e Arthur C. Clarke, entre outros. No entanto,
Os 10 melhores filmes de mulheres ou sobre mulheres de 2017
O fim do ano chegou e com ele as tradicionais listas de melhores filmes do ano. Eu também resolvi fazer a minha, com dez títulos dirigidos por mulheres ou centrados em personagens femininas que ficaram na minha memória em 2017. A única regra: que tenham estreado comercialmente nos cinemas brasileiros entre janeiro e dezembro. Leia também: Diretoras brasileiras escolhem os melhores filmes
17 documentários musicais sobre mulheres + playlist para ouvi-las!
Whitney Houston, Lady Gaga, Nina Simone, Elza Soares, Janis Joplin: documentários recentes sobre estas e outras cantoras têm mostrado que os talentos femininos da música são um prato cheio para o cinema. Veja também: 40 documentários dirigidos por mulheres para assistir na Netflix Pensando nisso, fizemos uma dobradinha sobre o tema: além de listar documentários sobre mulheres da música lançados nos últimos dez
5 filmes de diretoras para ver em dezembro na Netflix
Todo mês o Mulher no Cinema escolhe cinco filmes dirigidos por mulheres que podem ser vistos em casa mesmo, no conforto da Netflix. São títulos de diferentes gêneros, que mostram a variedade da produção feminina e ajudam naqueles dias em que a vontade de ver um filme é grande, mas a inspiração não vem. Veja os destaques do mês de dezembro: "Beyoncé: Life Is
As mulheres de “Alias Grace”: conheça a equipe em frente e por trás das câmeras
Um talentoso time de mulheres canadenses está por trás de Alias Grace, minissérie que estreou em novembro na Netflix e foi desenvolvida em parceria com a rede CBC. Com seis episódios, o programa é inspirado na história real de Grace Marks (1828-1873), presa sob acusação de assassinar o patrão e a governanta da casa em que trabalhava no Canadá. Crítica: Alias Grace explora ambiguidade
Alice Riff sobre “Meu Corpo É Político”: “Quis fazer um filme sobre pessoas vivas”
Paula toma café da manhã com a mãe antes de sair para trabalhar. Linn usa transporte público para ir até um estúdio. Fernando assiste às aulas da faculdade. Giu sai com os amigos para dançar. Ações cotidianas como estas são retratadas por Meu Corpo É Político, documentário de Alice Riff que está em cartaz nos cinemas e também na plataforma Videocamp.
Joana Henning fala sobre mercado e novas janelas: “VOD não é vilão do cinema”
Apesar de existir há dois anos, a produtora Escarlate chegou oficialmente ao mercado brasileiro em 2017, colocando o cinema como prioridade. O primeiro longa, De Perto Ela Não É Normal, é inspirado no monólogo escrito e estrelado por Suzana Pires e será filmado no início de 2018. À frente da Escarlate está Joana Henning, CEO da empresa, que fundou em parceria com o
Danielle Macdonald é aspirante a rapper no trailer de “Patti Cake$”
Exibido no Festival de Sundance e selecionado para o Festival do Rio, Patti Cake$ já tem data para chegar aos cinemas brasileiros: 30 de novembro. O filme é protagonizado pela atriz Danielle Macdonald, de Um Passado Sombrio (2014). Ela interpreta Patricia “Killa P” Dombrowski, aspirante a rapper de Nova Jersey que sonha em fazer fama e fortuna com suas rimas. Junto









