A atriz Rachel Weisz surpreendeu ao dizer, há alguns meses, que não endossa o forte coro por uma mulher no papel de James Bond. "Por que não criar nossa própria história ao invés de ser comparada a todos os homens que vieram antes?", questionou, em entrevista ao Telegraph. "As mulheres são fascinantes e deveriam ganhar suas próprias histórias." Estreias da semana:
Author: Luísa Pécora
5 documentários musicais para assistir no In-Edit Brasil
Começa nesta quinta-feira (7) em São Paulo (SP) a 10ª edição do In-Edit Brasil, festival dedicado a documentários sobre música. Até 17 de junho, o evento exibe longas e curtas nacionais e internacionais em sessões gratuitas no Spcine Olido, no Spcine Lima Barreto, no Cine Matilha e na Cinemateca Brasileira, além de sessões pagas no CineSesc. Leia também: 17 documentários musicais sobre mulheres +
7 filmes para ver no Festival Varilux de Cinema Francês
Maior mostra do mundo dedicada à produção audiovisual da França, o Festival Varilux de Cinema Francês começa nesta quinta-feira (7) em 63 cidades brasileiras. Até o dia 20 de junho serão exibidos 21 filmes, que depois também chegarão a mais 25 municípios, graças a uma parceria com o Sesc. No ano passado, o evento levou 180 mil espectadores ao cinema. Mulher
Camila de Moraes, diretora de “O Caso do Homem Errado”: “Do luto a gente faz luta”
Em 1987, o operário negro Júlio César de Melo Pinto foi preso na cidade de Porto Alegre (RS) após ser confundido com assaltantes. Ao entrar no carro da Brigada Militar, ele tinha apenas um ferimento na boca. Mas Júlio César, 30 anos, nunca mais voltou para casa: foi executado por policiais com um tiro no abdômen. É esta a história que
5 filmes de diretoras para ver em junho na Netflix
Todo mês o Mulher no Cinema escolhe cinco filmes dirigidos por mulheres que podem ser vistos em casa mesmo, no conforto da Netflix. São títulos de diferentes gêneros, que mostram a variedade da produção feminina e ajudam naqueles dias em que a vontade de ver um filme é grande, mas a inspiração não vem. Veja os destaques do mês de junho: "A Arte de
Monique Gardenberg faz tributo ao brega e quer ‘abrir cabeças’ em ‘Paraíso Perdido’
A estreia de Paraíso Perdido, nesta quinta-feira (31), marca a volta da diretora Monique Gardenberg aos cinemas depois de um longo intervalo. Desde o lançamento de Ó Pai, Ó, em 2007, ela se dedicou à série de mesmo nome, à direção de shows e a projetos cinematográficos que ainda não saíram do papel. O resultado: oito anos sem filmar. "Estava dependendo
Com Charlize Theron, “Tully” leva maternidade da vida real ao cinema
A roteirista Diablo Cody e o diretor Jason Reitman caíram nas graças do público e do Oscar com Juno (2007), a história de uma adolescente grávida que decide entregar a criança para a adoção. Mais de uma década depois, a dupla lança novo olhar sobre a maternidade em Tully, drama em cartaz nos cinemas brasileiros. A terceira parceria de Cody e Reitman
10 filmes imperdíveis para conhecer o cinema de Agnès Varda
Nome fundamental da nouvelle vague, cineasta influente na ficção e no documentário, única mulher a ganhar a Palma de Ouro honorária, primeira diretora a ganhar o Oscar pelo conjunto da obra. Estes são apenas algumas das muitas formas de tentar definir a carreira da belga Agnès Varda (1928-2019) Assista: Quatro obras-primas de Agnès Varda para ver no streaming Leia também: Morre Agnès
Harvey Weinstein deve se entregar às autoridades nesta sexta-feira
Após meses de investigações sobre assédio e abuso sexual, o produtor Harvey Weinstein deve se entregar para as autoridades de Nova York nesta sexta-feira (25), de acordo com o jornal americano The New York Times. Segundo a reportagem, ainda não está claro quais as exatas acusações que Weinstein enfrentará. Mas elas estariam ligadas à Lucia Evans, que o acusou de forçá-la
“Assédio se consolidou como urgência”, diz diretora de “Chega de Fiu Fiu”
Em 2014 as diretoras Amanda Kamanchek Lemos e Fernanda Frazão começaram a trabalhar no documentário Chega de Fiu Fiu, desdobramento da campanha homônima lançada pela ONG feminista Think Olga. Foram quatro anos até que o filme chegasse às telas - um período em que muita coisa mudou no debate sobre o assédio e no próprio feminismo. "O assédio se consolidou como pauta









