Juliana Antunes fala sobre cinema mineiro e bastidores de “Baronesa”

Em 2008, quando trocou o interior pela capital de Minas Gerais, Juliana Antunes notou algo curioso sobre o transporte público: muitas linhas de ônibus de Belo Horizonte, sobretudo as que levavam para a periferia, tinham nomes de mulheres. Esta observação foi o ponto de partida para seu primeiro longa, Baronesa, pois foi entrando nestes ônibus e colando cartazes nas áreas populares da

‘Do Jeito Que Elas Querem’ retrata amor na terceira idade

Hollywood é conhecida por estabelecer prazo de validade bem mais curto para atrizes do que para atores. Nos 100 filmes de maior bilheteria nos Estados Unidos em 2017, por exemplo, 46% dos personagens masculinos tinham 40 anos ou mais, um índice que cai para 29% no caso das mulheres, segundo estudo da San Diego State University. Dados como este alimentam a expectativa

CineOP foca em preservação e homenageia Maria Gladys

Mais de 130 filmes integram a programação deste ano da CineOP - Mostra de Cinema de Ouro Preto, em cartaz de 13 a 18 de junho na cidade mineira que em 2018 comemora 80 anos de tombamento como Patrimônio Mundial da Humanidade. Patrimônio é a palavra-chave da CineOp, que desde a sua criação, há 13 anos, funciona como um espaço anual

Juliana Rojas e Marco Dutra falam de ‘As Boas Maneiras’ e filme de gênero no Brasil

Juliana Rojas e Marco Dutra retomam sua parceria na direção com As Boas Maneiras, misto de terror, fábula e musical que estreou nos cinemas na quinta-feira (7) após premiada carreira em festivais nacionais e estrangeiros. É o segundo longa da dupla, que se conheceu na faculdade, colaborou em curtas e ganhou popularidade com Trabalhar Cansa (2011). Entrevista: 7 perguntas para a atriz Isabél Zuaa,

Maryam Touzani e a mulher no Marrocos: “Regredimos a ritmo assustador”

Em 2015, a ficção franco-marroquina Muito Amadas provocou reação violenta ao colocar quatro prostitutas como protagonistas. Dirigido por Nabil Ayouch, o filme foi banido pelo governo do Marrocos e duramente criticado por autoridades religiosas, enquanto a atriz Loubna Abidar foi vítima de agressão física, recebeu ameaças de morte e teve de deixar o país. Leia também: 7 filmes escritos, dirigidos ou

7 perguntas para a atriz Isabél Zuaa, protagonista de “As Boas Maneiras”

Há vários motivos para se assistir ao terror brasileiro As Boas Maneiras, dirigido por Juliana Rojas e Marco Dutra, que estreou nos cinemas na quinta-feira (7) após fazer premiada carreira em festivais nacionais e estrangeiros. Um destes motivos é o trabalho da atriz portuguesa Isabél Zuaa, que no papel da protagonista, Clara, guia o espectador por uma história que é de

“Oito Mulheres e um Segredo” troca ladrões por ladras, mas repete fórmula da franquia

A atriz Rachel Weisz surpreendeu ao dizer, há alguns meses, que não endossa o forte coro por uma mulher no papel de James Bond. "Por que não criar nossa própria história ao invés de ser comparada a todos os homens que vieram antes?", questionou, em entrevista ao Telegraph. "As mulheres são fascinantes e deveriam ganhar suas próprias histórias." Estreias da semana:

5 documentários musicais para assistir no In-Edit Brasil

Começa nesta quinta-feira (7) em São Paulo (SP) a 10ª edição do In-Edit Brasil, festival dedicado a documentários sobre música. Até 17 de junho, o evento exibe longas e curtas nacionais e internacionais em sessões gratuitas no Spcine Olido, no Spcine Lima Barreto, no Cine Matilha e na Cinemateca Brasileira, além de sessões pagas no CineSesc. Leia também: 17 documentários musicais sobre mulheres +

7 filmes para ver no Festival Varilux de Cinema Francês

Maior mostra do mundo dedicada à produção audiovisual da França, o Festival Varilux de Cinema Francês começa nesta quinta-feira (7) em 63 cidades brasileiras. Até o dia 20 de junho serão exibidos 21 filmes, que depois também chegarão a mais 25 municípios, graças a uma parceria com o Sesc. No ano passado, o evento levou 180 mil espectadores ao cinema. Mulher

Camila de Moraes, diretora de “O Caso do Homem Errado”: “Do luto a gente faz luta”

Em 1987, o operário negro Júlio César de Melo Pinto foi preso na cidade de Porto Alegre (RS) após ser confundido com assaltantes. Ao entrar no carro da Brigada Militar, ele tinha apenas um ferimento na boca. Mas Júlio César, 30 anos, nunca mais voltou para casa: foi executado por policiais com um tiro no abdômen. É esta a história que

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