5 filmes de diretoras para ver em outubro na Netflix

Todo mês o Mulher no Cinema escolhe cinco filmes dirigidos por mulheres que podem ser vistos em casa mesmo, no conforto da Netflix. São títulos de diferentes gêneros, que mostram a variedade da produção feminina e ajudam naqueles dias em que a vontade de ver um filme é grande, mas a inspiração não vem. Veja os destaques do mês de outubro: "Felicidade por um

Helena Ignez relembra suas personagens marcantes

Em cartaz nos cinemas com A Moça do Calendário, seu quinto longa-metragem como diretora, Helena Ignez também tem uma carreira notável como atriz. Em mais de 50 anos de carreira, trabalhou em alguns dos filmes mais importantes do cinema brasileiro, como O Assalto ao Trem Pagador (1962), O Bandido da Luz Vermelha (1968) e A Mulher de Todos (1969). Entrevista: Autora,

Filme da diretora Mouly Surya será o candidato da Indonésia ao Oscar

A Indonésia escolheu Marlina the Murderer in Four Acts, terceiro longa-metragem da diretora Mouly Surya, como seu candidato ao Oscar de filme estrangeiro. A produção foi exibida na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. De acordo com o Hollywood Reporter, trata-se de um "neo-faroeste feminista". Ambientando na ilha indonésia de Sumba, o filme conta a história de Marlina, jovem viúva

Autora, Helena Ignez rejeita título de musa: “A voz da musa é o silêncio”

Encontrar um texto sobre Helena Ignez que não use a palavra musa - do Cinema Novo, marginal, brasileiro - não é das tarefas mais fáceis. Com mais de 50 anos de carreira e papéis marcantes em alguns dos mais importantes filmes nacionais, a atriz e diretora é frequentemente citada como inspiração de outros cineastas - especialmente os dois com quem

Glenda Nicácio sobre “Café com Canela” e o Recôncavo: “Cachoeira é plano A, B e C”

Em cartaz nos cinemas, Café com Canela narra o encontro de suas protagonistas: Margarida, professora aposentada que há anos vive em luto por causa da morte do filho; e Violeta, jovem alegre e cheia de vida que mora com o marido e os filhos, cuida da avó e vende coxinhas. Mas há uma terceira protagonista nesta história: Cachoeira, a cidade

5 filmes de diretoras para ver em setembro na Netflix

Todo mês o Mulher no Cinema escolhe cinco filmes dirigidos por mulheres que podem ser vistos em casa mesmo, no conforto da Netflix. São títulos de diferentes gêneros, que mostram a variedade da produção feminina e ajudam naqueles dias em que a vontade de ver um filme é grande, mas a inspiração não vem. Veja os destaques do mês de setembro: "The C Word" [EUA,

Estreias da semana: as mulheres que chegam às salas

Toda semana o Mulher no Cinema prepara uma lista com os filmes dirigidos, escritos e/ou centrados em mulheres que chegam às salas do Brasil. Veja as estreias desta quinta-feira, 30 de agosto. "Ferrugem" [Brasil, 2018] Tati é uma adolescente que gosta de compartilhar seus melhores momentos nas redes sociais. Mas sua vida vira ao avesso quando algo que ela não queria dividir com

Comédia com muita ação, “Meu Ex É Um Espião” se apoia em Kate McKinnon

Desde que roubou a cena em Caça-Fantasmas (2016), Kate McKinnon se firmou como uma das comediantes mais interessantes de Hollywood. O trabalho no humorístico Saturday Night Live rendeu prêmios, popularidade e outros trabalhos no cinema, mas seu papel de maior destaque chega agora, com a estreia de Meu Ex É um Espião. McKinnon divide o protagonismo com Mila Kunis, interpretando amigas de

De volta à direção após 12 anos, Adelia Sampaio estreia novo filme no Festival de Curtas

Adelia Sampaio está de volta. Após doze anos longe da direção, a cineasta celebra o lançamento de seu novo trabalho, O Mundo de Dentro, que estreia nesta quinta-feira (23) no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. E se muita coisa mudou no mundo e no cinema neste período, o mesmo pode ser dito sobre a trajetória de Adelia,

Fernanda Pessoa revê ditadura pela pornochanchada: ‘Cinema nos conecta ao passado’

O que os filmes da pornochanchada têm a dizer sobre os anos de ditadura militar? Para muitos, o gênero cinematográfico mais produzido e assistido no Brasil na década de 1970 nada mais foi do que uma diversão escapista de qualidade no mínimo questionável. Mas não para a diretora Fernanda Pessoa, que chega às salas nesta quinta-feira (23) com o documentário Histórias

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