O que os filmes da pornochanchada têm a dizer sobre os anos de ditadura militar? Para muitos, o gênero cinematográfico mais produzido e assistido no Brasil na década de 1970 nada mais foi do que uma diversão escapista de qualidade no mínimo questionável. Mas não para a diretora Fernanda Pessoa, que chega às salas nesta quinta-feira (23) com o documentário Histórias
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5 perguntas para Julia Rezende, diretora de “Como É Cruel Viver Assim”
Era 2011 quando o ator Marcelo Valle apresentou o texto da peça Como É Cruel Viver Assim, de Fernando Ceylão, à diretora Julia Rezende. Ele pensava em um espetáculo para os palcos, mas ela achou que naquelas páginas existia um filme. "Fiquei encantada com a mistura de crítica social, drama humano, humor e pegada pop", contou a cineasta, em entrevista
7 filmes para ver no Festival de Gramado
Catorze longas-metragens integram as mostras competitivas da 46ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que começa nesta sexta-feira (17) e fica em cartaz na cidade gaúcha até o dia 25 de agosto. Apenas quatro destes longas são dirigidos por mulheres: dois deles estão entre os nove da competição brasileira, enquanto os outros dois estão entre os cinco da competição estrangeira.
“Unicórnio” troca adaptação literária clássica por homenagem poética
"Dizem que todos os pervertidos sexuais têm mau caráter. Dizem, eu sei. Você acredita? Acredito sim. No aspecto físico ela era uma adolescente sem espinhas. E ele? Espere, quero falar mais dela. Muito bem, espinhas então. Isso não é tudo. Quando ela me falava de sexo, debaixo da figueira, eu começava a rir inevitavelmente. Que coisa saberia do sexo aquela
Gabriela Amaral Almeida escolhe filmes de horror dirigidos por mulheres
O terror O Animal Cordial estreia em 9 de agosto e é o primeiro longa-metragem da diretora e roteirista Gabriela Amaral Almeida, realizadora de curtas como Uma Primavera (2011) e A Mão que Afaga (2012). Leia também: 5 filmes de terror dirigidos por mulher para ver no streaming Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e acesse conteúdo exclusivo Gabriela também é mestre em
“Como É Cruel Viver Assim”: Veja o trailer do filme de Julia Rezende
Diretora de Meu Passado Me Condena (2013) e Um Namorado Para Minha Mulher (2016), Julia Rezende volta aos cinemas com Como É Cruel Viver Assim, que estreia em 16 de agosto nos cinemas. O filme conta a história de Vladimir, Clivia, Regina e Primo, um grupo de pessoas solitárias e frustradas que não conseguem encontrar sentido em suas vidas. Sem perspectivas, eles
Mulheres dirigiram 6 dos 9 longas na competição do Festival de Brasília
Seis dos nove longa-metragens que integram a competição da edição deste ano do Festival de Brasília são dirigidos ou codirigidos por mulheres. A lista oficial foi divulgada nesta segunda-feira (30). Leia também: Jennifer Kent é única mulher na competição do Festival de Veneza Saiba mais: Comitê de seleção da Quinzena dos Realizadores terá paridade de gênero Os filmes dirigidos ou codirigidos por mulheres
Mariana Bastos fala sobre filmar efeitos do tempo em ‘Alguma Coisa Assim’
"Boyhood brasileiro" é como está sendo apelidado o longa-metragem Alguma Coisa Assim, dirigido pela dupla Mariana Bastos e Esmir Filho. Em cartaz nos cinemas, o filme acompanha a amizade de Mari (Caroline Abras) e Caio (André Antunes) em três momentos-chave, com filmagens realizadas em 2006, 2013 e 2016 - a maior parte em São Paulo, outra em Berlim. Em cartaz: Veja
“Hilda Hilst Pede Contato”: Veja o trailer do filme sobre a escritora
Homenageada da edição deste ano da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), a escritora Hilda Hilst (1930-2004) também é tema de um novo longa-metragem. Dirigido por Gabriela Greeb, Hilda Hilst Pede Contato faz sua estreia mundial durante a Flip e chega ao circuito comercial em 2 de agosto. Greeb foi uma das primeiras entrevistadas pelo Mulher no Cinema, cerca de um
Trailer: “Alguma Coisa Assim” registra período de 10 anos
Dirigido por Mariana Bastos e Esmir Filho, o longa-metragem Alguma Coisa Assim estreia em 26 de julho no Brasil e acompanha três momentos-chave na vida dos amigos Mari (Caroline Abras) e Caio (André Antunes). Tudo começou com o curta-metragem homônimo, lançado em 2006 e premiado no Festival de Cannes. A equipe se reuniu em 2013 para dar sequência à história, captando









