O cinema independente americano segue sendo mais receptivo às cineastas mulheres do que o comercial. Mas isso não significa que elas têm o mesmo espaço que os homens. Uma pesquisa da San Diego State University mostrou que mulheres representaram 28% dos diretores de 1.036 filmes que participaram de 23 festivais americanos em 2015 e 2016. A presença feminina é maior no documentário (35%)
Author: Luísa Pécora
Só um filme de cineasta mulher entra na lista de melhores do Sindicato dos Diretores
Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow, foi o único filme de uma mulher a entrar na lista de 80 maiores realizações na direção divulgada pelo Sindicato de Diretores da América (DGA, na sigla em inglês). Para marcar 80 anos de existência, o DGA pediu que seus membros escolhessem os filmes mais bem dirigidos desde que o grupo foi formado, em 1936. Participaram da votação 2.189
Estudo: mulheres dirigem um em cada cinco filmes europeus
Um em cada cinco filmes europeus são dirigidos por mulheres, segundo pesquisa da Rede de Mulheres do Audiovisual Europeu (EWA, em inglês) que avaliou a produção de Alemanha, Áustria, Croácia, França, Itália, Reino Unido e Suécia entre 2006 e 2013. Uma das principais conclusões do estudo é que há uma grande diferença entre a proporção de mulheres que se formam em escolas
Crowdfunding: “Não Olhe Agora”
Mulher no Cinema dá espaço a iniciativas de financiamento coletivo relacionadas ao trabalho das mulheres nas telas. A ideia é apresentar filmes e outros projetos independentes a quem quer colaborar. Mande sua sugestão para mulhernocinema@gmail.com "NÃO OLHE AGORA" O PROJETO Curtade ficção que será o trabalho de conclusão de curso de alunas e alunos do curso de Imagem e Som da Universidade Federal de
5 filmes dirigidos por mulheres para ver este mês na Netflix
Todo mês o Mulher no Cinema lista longas dirigidos por mulheres para serem vistos em casa mesmo, no conforto da Netflix. São títulos de diferentes gêneros, que mostram a diversidade da produção feminina e ajudam naqueles dias em que a vontade de ver um filme é grande, mas a inspiração não vem. Veja os destaques do mês de maio: 14667
“Mulheres sem cabeça”: site mostra machismo em cartazes
Uma estranha tendência chamou a atenção da comediante americana Marcia Belsky: cartazes de filmes hollywoodianos que mostram corpos femininos - mas sem a cabeça ou o rosto. Belsky é a autora de Headless Women of Hollywood ("Mulheres sem cabeça de Hollywood", em tradução livre), um Tumblr que reúne pôsteres nos quais o foco está nos seios, pernas e bundas. Segundo Belsky, a
Susan Sarandon, Geena Davis e os 25 anos de “Thelma & Louise”
Lançado nos cinemas americanos em maio de 1991, Thelma & Louise foi um marco na representação feminina nas telas. Para celebrar os 25 anos do longa dirigido por Ridley Scott e escrito por Callie Khouri, a revista "Harper's Bazaar" reuniu as atrizes Geena Davis e Susan Sarandon para uma conversa e um ensaio fotográfico que refaz cenas icônicas do filme. Abaixo, leia os
Spcine lança edital de curtas com paridade de gênero
Estão abertas as inscrições para o edital de produção de curta-metragem da Spcine, que vai contemplar pelo menos 30 projetos. A novidade: haverá paridade de gênero tanto no corpo de jurados quanto nos criadores selecionados. Entre os premiados também haverá pelo menos dez cineastas negros, um(a) índio(a), um(a) transexual e/ou travesti e uma pessoa com mobilidade reduzida e/ou deficiência. Autores que morem
Cannes: 15% dos candidatos à Palma de Ouro são de diretoras
Apenas três dos 20 filmes que disputarão a Palma de Ouro na edição deste ano do Festival de Cannes são dirigidos por mulheres, o equivalente a 15%. No ano passado, diretoras foram responsáveis por dois dos 19 filmes na competição principal. As mulheres na disputa de 2016 são Maren Ade, com Toni Erdman; Andrea Arnold, com American Honey (foto acima); e Nicole
Cineasta convida mulheres do audiovisual para grupo de discussões
Quando a paulistana Patricia Bernal se mudou para a Irlanda e decidiu trocar a carreira de jornalista pela de cineasta, achou no Facebook uma forma de se conectar com pessoas da área. De volta ao Brasil, fez o mesmo, mas sentiu que os grupos de discussão eram sempre predominantemente masculinos. Disposta a conhecer mais mulheres cineastas, ela criou o grupo Mulheres Filmmakers









