O terror O Animal Cordial estreia em 9 de agosto e é o primeiro longa-metragem da diretora e roteirista Gabriela Amaral Almeida, realizadora de curtas como Uma Primavera (2011) e A Mão que Afaga (2012). Leia também: 5 filmes de terror dirigidos por mulher para ver no streaming Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e acesse conteúdo exclusivo Gabriela também é mestre em
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Veja os pôsteres de “Meu Ex É Um Espião” criados por June Bhongjan
Com estreia marcada para 23 de agosto no Brasil, Meu Ex É Um Espião é uma comédia policial estrelada pelas atrizes Mila Kunis e Kate McKinnon, e que tem direção de Susanna Fogel, também coautora do roteiro Além de ter profissionais femininas em frente e por trás das câmeras, o filme também ganhou uma série de pôsteres criados por artistas mulheres.
“Como É Cruel Viver Assim”: Veja o trailer do filme de Julia Rezende
Diretora de Meu Passado Me Condena (2013) e Um Namorado Para Minha Mulher (2016), Julia Rezende volta aos cinemas com Como É Cruel Viver Assim, que estreia em 16 de agosto nos cinemas. O filme conta a história de Vladimir, Clivia, Regina e Primo, um grupo de pessoas solitárias e frustradas que não conseguem encontrar sentido em suas vidas. Sem perspectivas, eles
5 filmes de diretoras para ver em agosto na Netflix
Todo mês o Mulher no Cinema escolhe cinco filmes dirigidos por mulheres que podem ser vistos em casa mesmo, no conforto da Netflix. São títulos de diferentes gêneros, que mostram a variedade da produção feminina e ajudam naqueles dias em que a vontade de ver um filme é grande, mas a inspiração não vem. Veja os destaques do mês de agosto: "O Afogamento" [The Drowning,
Mulheres dirigiram 6 dos 9 longas na competição do Festival de Brasília
Seis dos nove longa-metragens que integram a competição da edição deste ano do Festival de Brasília são dirigidos ou codirigidos por mulheres. A lista oficial foi divulgada nesta segunda-feira (30). Leia também: Jennifer Kent é única mulher na competição do Festival de Veneza Saiba mais: Comitê de seleção da Quinzena dos Realizadores terá paridade de gênero Os filmes dirigidos ou codirigidos por mulheres
Mariana Bastos fala sobre filmar efeitos do tempo em ‘Alguma Coisa Assim’
"Boyhood brasileiro" é como está sendo apelidado o longa-metragem Alguma Coisa Assim, dirigido pela dupla Mariana Bastos e Esmir Filho. Em cartaz nos cinemas, o filme acompanha a amizade de Mari (Caroline Abras) e Caio (André Antunes) em três momentos-chave, com filmagens realizadas em 2006, 2013 e 2016 - a maior parte em São Paulo, outra em Berlim. Em cartaz: Veja
Sally Potter faz retrato afiado da elite política britânica em “A Festa”
Na primeira cena de A Festa, novo filme da diretora Sally Potter, a atriz Kristen Scott Thomas aponta uma arma para a câmera, que assume o ponto de vista de alguém parado à porta. Corta para o interior da casa, algumas horas antes, quando os preparativos para uma festa estão acontecendo. A cidade é Londres e a anfitriã é Janet, personagem
5 filmes de diretoras para ver no Festival de Cinema Latino-Americano
Quase 80 filmes de 11 países estão na programação da 13ª edição do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, que começa nesta quarta-feira (25) e fica em cartaz até o dia 1º de agosto. Além de sessões e atividades em quatro espaços da capital paulista (Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo,
“Hilda Hilst Pede Contato”: Veja o trailer do filme sobre a escritora
Homenageada da edição deste ano da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), a escritora Hilda Hilst (1930-2004) também é tema de um novo longa-metragem. Dirigido por Gabriela Greeb, Hilda Hilst Pede Contato faz sua estreia mundial durante a Flip e chega ao circuito comercial em 2 de agosto. Greeb foi uma das primeiras entrevistadas pelo Mulher no Cinema, cerca de um
Documentário de Jane Magnusson traça perfil honesto de Bergman
Pelo título brasileiro, Bergman - 100 anos pode parecer um documentário um tanto quanto óbvio, criado sob medida para a comemoração do centenário de nascimento do diretor sueco Ingmar Bergman (1918-2007). Mas o filme de Jane Magnusson se distancia do formato convencional ao eleger o ano de 1957 como fio condutor e ao abordar tanto a genialidade quanto as características









