Todo mês o Mulher no Cinema escolhe cinco filmes dirigidos por mulheres que podem ser vistos em casa mesmo, no conforto da Netflix. São títulos de diferentes gêneros, que mostram a variedade da produção feminina e ajudam naqueles dias em que a vontade de ver um filme é grande, mas a inspiração não vem. Veja os destaques do mês de setembro: "The C Word" [EUA,
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Codirigido por Cristina Gallego, ‘Pájaros de Verano’ é candidato da Colômbia ao Oscar
Parceria entre Cristina Gallego e Ciro Guerra, Pájaros de Verano foi escolhido como o candidato da Colômbia ao Oscar de filme estrangeiro. A dupla trabalhou também em O Abraço da Serpente, dirigido por Guerra e produzido por Gallego, que em 2016 tornou-se o primeiro longa colombiano a conseguir uma indicação na categoria. Saiba mais: Todos os longas de diretoras que já disputaram
Veja os principais prêmios conquistados por mulheres no Festival de Veneza
Apenas sete filmes dirigidos por mulheres receberam o Leão de Ouro, principal troféu do Festival de Veneza, o evento italiano que é o mais antigo dos três principais festivais de cinema do mundo (Veneza, Cannes e Berlim). Leia também: Os principais prêmios conquistados por mulheres no Festival de Cannes Abaixo, veja as mulheres que ganharam os principais prêmios entregues pelo Festival de
Comédia com muita ação, “Meu Ex É Um Espião” se apoia em Kate McKinnon
Desde que roubou a cena em Caça-Fantasmas (2016), Kate McKinnon se firmou como uma das comediantes mais interessantes de Hollywood. O trabalho no humorístico Saturday Night Live rendeu prêmios, popularidade e outros trabalhos no cinema, mas seu papel de maior destaque chega agora, com a estreia de Meu Ex É um Espião. McKinnon divide o protagonismo com Mila Kunis, interpretando amigas de
Estônia escolhe “Take It or Leave It” como candidato ao Oscar
A Estônia escolheu Take It or Leave It, drama dirigido por Liina Triškina-Vanhatalo, como seu candidato ao Oscar de filme estrangeiro. De acordo com o site Awards Watch, esta é a 16ª vez que o país apresenta um candidato à Academia de Ciências e Artes Cinematográficas, mas a primeira na qual o filme tem direção feminina. Saiba mais: Todos os longas de diretoras
Primeiro longa de Darya Zhuk será o candidato de Belarus ao Oscar
Primeiro longa-metragem da diretora Darya Zhuk, Crystal Swan foi escolhido como o candidato de Belarus ao Oscar de filme estrangeiro. É a terceira vez que o país indica um representante para a disputa, e a primeira em 22 anos. Saiba mais: Todos os longas de diretoras que já disputaram o Oscar de filme estrangeiro Leia também: Nove filmes dirigidos por mulheres concorrem à indicação
De volta à direção após 12 anos, Adelia Sampaio estreia novo filme no Festival de Curtas
Adelia Sampaio está de volta. Após doze anos longe da direção, a cineasta celebra o lançamento de seu novo trabalho, O Mundo de Dentro, que estreia nesta quinta-feira (23) no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. E se muita coisa mudou no mundo e no cinema neste período, o mesmo pode ser dito sobre a trajetória de Adelia,
Fernanda Pessoa revê ditadura pela pornochanchada: ‘Cinema nos conecta ao passado’
O que os filmes da pornochanchada têm a dizer sobre os anos de ditadura militar? Para muitos, o gênero cinematográfico mais produzido e assistido no Brasil na década de 1970 nada mais foi do que uma diversão escapista de qualidade no mínimo questionável. Mas não para a diretora Fernanda Pessoa, que chega às salas nesta quinta-feira (23) com o documentário Histórias
“I Am Not a Witch” é o candidato do Reino Unido ao Oscar de filme estrangeiro
Dirigido pela cineasta zambiano-galesa Rungano Nyoni, I Am Not a Witch foi escolhido como o candidato do Reino Unido ao Oscar de filme estrangeiro deste ano. A cerimônia de premiação será em 24 de fevereiro. Saiba mais: Todos os longas de diretoras que já disputaram o Oscar de filme estrangeiro I Am Not a Witch foi exibido no Festival do Rio do ano
5 perguntas para Julia Rezende, diretora de “Como É Cruel Viver Assim”
Era 2011 quando o ator Marcelo Valle apresentou o texto da peça Como É Cruel Viver Assim, de Fernando Ceylão, à diretora Julia Rezende. Ele pensava em um espetáculo para os palcos, mas ela achou que naquelas páginas existia um filme. "Fiquei encantada com a mistura de crítica social, drama humano, humor e pegada pop", contou a cineasta, em entrevista









