Cate Shortland vai dirigir filme solo da Viúva Negra

A diretora australiana Cate Shortland foi escolhida para dirigir Viúva Negra, filme solo da heroína dos quadrinhos da Marvel que será estrelado por Scarlett Johansson. Shortland é conhecida por Lore (2012) e A Síndrome de Berlim (2017). De acordo com o Hollywood Reporter, a Marvel se reuniu com mais de 70 cineastas, e Johansson apoiou a escolha por Shortland. Ainda de

Veja os projetos vencedores do Fundo Avon de Mulheres no Audiovisual

Cristiane de Oliveira, Sabrina Fidalgo, Safira Moreira, Larissa Ribeiro e Tatiana Lohmann foram as vencedoras da primeira edição do Fundo Avon de Mulheres no Audiovisual (F.A.M.A.). O anúncio foi feito durante a cerimônia de encerramento do FIM - Festival Internacional de Mulheres no Cinema nesta quarta-feira (11). De acordo com Carolina Gomes, da área de marketing da Avon, foram inscritos mais de

“O Animal Cordial”: Veja o trailer do terror brasileiro dirigido por Gabriela Amaral Almeida

Saiu o trailer do terror O Animal Cordial, primeiro longa-metragem de Gabriela Amaral Almeida, diretora de curtas como Uma Primavera (2011), A Mão que Afaga (2012) e Estátua (2014). O filme estreia em 9 de agosto nos cinemas. Leia também: 5 filmes de terror dirigidos por mulheres para ver na Netflix Em O Animal Cordial, um restaurante de classe média de São Paulo é invadido por dois ladrões armados, que rendem o

Amy Schumer tenta, mas não salva roteiro fraco de “Sexy por Acidente”

Tem sido surpreendentemente difícil a passagem de Amy Schumer da televisão para o cinema. A atriz e comediante parecia ter tudo para deslanchar na telona embalada pelo sucesso de seu programa de esquetes, mas seus filmes tem ficado muito abaixo da expectativa. Foi assim com Descompensada (2015), depois com Viagem das Loucas (2016) e agora com Sexy por Acidente, que chegou às salas

Veja o trailer de “50 São os Novos 30”, dirigida por Valérie Lemercier

Valérie Lemercier escreve, dirige e atua em 50 São os Novos 30, comédia que chega aos cinemas brasileiros em 28 de julho depois de integrar a programação do Festival Varilux de Cinema Francês. Lemercier interpreta Marie-Francine, uma mulher de 50 anos que, após ser considerada velha demais pelo marido e demitida do emprego, volta a morar na casa dos pais. Tomando

O que um quadro do “Caldeirão do Huck” pode dizer sobre a mulher no cinema?

Um pico de acessos muito alto e muito rápido, pouco usual para uma tarde de sábado, chamou a minha atenção durante o rotineiro acompanhamento da audiência do Mulher no Cinema neste fim de semana. Igualmente curiosa se mostrava a lista de textos mais lidos do dia: o primeiro era uma conversa com a diretora Laís Bodanzky publicada há quase um ano; o

Juliana Antunes fala sobre cinema mineiro e bastidores de “Baronesa”

Em 2008, quando trocou o interior pela capital de Minas Gerais, Juliana Antunes notou algo curioso sobre o transporte público: muitas linhas de ônibus de Belo Horizonte, sobretudo as que levavam para a periferia, tinham nomes de mulheres. Esta observação foi o ponto de partida para seu primeiro longa, Baronesa, pois foi entrando nestes ônibus e colando cartazes nas áreas populares da

Veja o trailer de “Oh Lucy”, filme japonês exibido em Cannes

Exibido na Semana da Crítica do Festival de Cannes e também na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o filme japonês Oh Lucy, dirigido pela cineasta Atsuko Hirayanagi, chega ao circuito comercial do Brasil em 28 de junho. O longa conta a história da japonesa Setsuko (Shinobu Terajima), mulher entediada que se matricula em um curso de inglês diferente: nas aulas,

Juliana Rojas e Marco Dutra falam de ‘As Boas Maneiras’ e filme de gênero no Brasil

Juliana Rojas e Marco Dutra retomam sua parceria na direção com As Boas Maneiras, misto de terror, fábula e musical que estreou nos cinemas na quinta-feira (7) após premiada carreira em festivais nacionais e estrangeiros. É o segundo longa da dupla, que se conheceu na faculdade, colaborou em curtas e ganhou popularidade com Trabalhar Cansa (2011). Entrevista: 7 perguntas para a atriz Isabél Zuaa,

Maryam Touzani e a mulher no Marrocos: “Regredimos a ritmo assustador”

Em 2015, a ficção franco-marroquina Muito Amadas provocou reação violenta ao colocar quatro prostitutas como protagonistas. Dirigido por Nabil Ayouch, o filme foi banido pelo governo do Marrocos e duramente criticado por autoridades religiosas, enquanto a atriz Loubna Abidar foi vítima de agressão física, recebeu ameaças de morte e teve de deixar o país. Leia também: 7 filmes escritos, dirigidos ou

Top