Juliana Antunes fala sobre cinema mineiro e bastidores de “Baronesa”

Em 2008, quando trocou o interior pela capital de Minas Gerais, Juliana Antunes notou algo curioso sobre o transporte público: muitas linhas de ônibus de Belo Horizonte, sobretudo as que levavam para a periferia, tinham nomes de mulheres. Esta observação foi o ponto de partida para seu primeiro longa, Baronesa, pois foi entrando nestes ônibus e colando cartazes nas áreas populares da

Veja o trailer de “Oh Lucy”, filme japonês exibido em Cannes

Exibido na Semana da Crítica do Festival de Cannes e também na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o filme japonês Oh Lucy, dirigido pela cineasta Atsuko Hirayanagi, chega ao circuito comercial do Brasil em 28 de junho. O longa conta a história da japonesa Setsuko (Shinobu Terajima), mulher entediada que se matricula em um curso de inglês diferente: nas aulas,

Juliana Rojas e Marco Dutra falam de ‘As Boas Maneiras’ e filme de gênero no Brasil

Juliana Rojas e Marco Dutra retomam sua parceria na direção com As Boas Maneiras, misto de terror, fábula e musical que estreou nos cinemas na quinta-feira (7) após premiada carreira em festivais nacionais e estrangeiros. É o segundo longa da dupla, que se conheceu na faculdade, colaborou em curtas e ganhou popularidade com Trabalhar Cansa (2011). Entrevista: 7 perguntas para a atriz Isabél Zuaa,

Maryam Touzani e a mulher no Marrocos: “Regredimos a ritmo assustador”

Em 2015, a ficção franco-marroquina Muito Amadas provocou reação violenta ao colocar quatro prostitutas como protagonistas. Dirigido por Nabil Ayouch, o filme foi banido pelo governo do Marrocos e duramente criticado por autoridades religiosas, enquanto a atriz Loubna Abidar foi vítima de agressão física, recebeu ameaças de morte e teve de deixar o país. Leia também: 7 filmes escritos, dirigidos ou

Morre aos 83 anos Kira Muratova, influente diretora ucraniana

A diretora e roteirista ucraniana Kira Muratova, um dos principais nomes do cinema soviético e pós-soviético, morreu na quarta-feira (6), aos 83 anos, em Odessa. A causa da morte não foi divulgada, mas amigos disseram nas redes sociais que ela estava doente há algum tempo, segundo o Hollywood Reporter. Muratova nasceu em 1934 em Soroca, na Romênia, região que hoje integra o território da

5 documentários musicais para assistir no In-Edit Brasil

Começa nesta quinta-feira (7) em São Paulo (SP) a 10ª edição do In-Edit Brasil, festival dedicado a documentários sobre música. Até 17 de junho, o evento exibe longas e curtas nacionais e internacionais em sessões gratuitas no Spcine Olido, no Spcine Lima Barreto, no Cine Matilha e na Cinemateca Brasileira, além de sessões pagas no CineSesc. Leia também: 17 documentários musicais sobre mulheres +

5 filmes de diretoras para ver em junho na Netflix

Todo mês o Mulher no Cinema escolhe cinco filmes dirigidos por mulheres que podem ser vistos em casa mesmo, no conforto da Netflix. São títulos de diferentes gêneros, que mostram a variedade da produção feminina e ajudam naqueles dias em que a vontade de ver um filme é grande, mas a inspiração não vem. Veja os destaques do mês de junho: "A Arte de

Monique Gardenberg faz tributo ao brega e quer ‘abrir cabeças’ em ‘Paraíso Perdido’

A estreia de Paraíso Perdido, nesta quinta-feira (31), marca a volta da diretora Monique Gardenberg aos cinemas depois de um longo intervalo. Desde o lançamento de Ó Pai, Ó, em 2007, ela se dedicou à série de mesmo nome, à direção de shows e a projetos cinematográficos que ainda não saíram do papel. O resultado: oito anos sem filmar. "Estava dependendo

10 filmes imperdíveis para conhecer o cinema de Agnès Varda

Nome fundamental da nouvelle vague, cineasta influente na ficção e no documentário, única mulher a ganhar a Palma de Ouro honorária, primeira diretora a ganhar o Oscar pelo conjunto da obra. Estes são apenas algumas das muitas formas de tentar definir a carreira da belga Agnès Varda (1928-2019) Assista: Quatro obras-primas de Agnès Varda para ver no streaming Leia também: Morre Agnès

“Assédio se consolidou como urgência”, diz diretora de “Chega de Fiu Fiu”

Em 2014 as diretoras Amanda Kamanchek Lemos e Fernanda Frazão começaram a trabalhar no documentário Chega de Fiu Fiu, desdobramento da campanha homônima lançada pela ONG feminista Think Olga. Foram quatro anos até que o filme chegasse às telas - um período em que muita coisa mudou no debate sobre o assédio e no próprio feminismo. "O assédio se consolidou como pauta

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