Em cartaz nos cinemas com A Moça do Calendário, seu quinto longa-metragem como diretora, Helena Ignez também tem uma carreira notável como atriz. Em mais de 50 anos de carreira, trabalhou em alguns dos filmes mais importantes do cinema brasileiro, como O Assalto ao Trem Pagador (1962), O Bandido da Luz Vermelha (1968) e A Mulher de Todos (1969). Entrevista: Autora,
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Autora, Helena Ignez rejeita título de musa: “A voz da musa é o silêncio”
Encontrar um texto sobre Helena Ignez que não use a palavra musa - do Cinema Novo, marginal, brasileiro - não é das tarefas mais fáceis. Com mais de 50 anos de carreira e papéis marcantes em alguns dos mais importantes filmes nacionais, a atriz e diretora é frequentemente citada como inspiração de outros cineastas - especialmente os dois com quem
Morre aos 92 anos Beatriz Segall, atriz de cinema, teatro e televisão
A atriz Beatriz Segall morreu nesta quarta-feira (5), aos 92 anos. De acordo com familiares, ela estava internada em São Paulo (SP) desde o dia 16 de agosto, com quadro de problemas respiratórios. Nascida em 1926, Beatriz estudou no Serviço Nacional de Teatro e depois estudou teatro e literatura na França. Durante o final da década de 1960 e os anos 1970,
Glenda Nicácio sobre “Café com Canela” e o Recôncavo: “Cachoeira é plano A, B e C”
Em cartaz nos cinemas, Café com Canela narra o encontro de suas protagonistas: Margarida, professora aposentada que há anos vive em luto por causa da morte do filho; e Violeta, jovem alegre e cheia de vida que mora com o marido e os filhos, cuida da avó e vende coxinhas. Mas há uma terceira protagonista nesta história: Cachoeira, a cidade
Fernanda Pessoa revê ditadura pela pornochanchada: ‘Cinema nos conecta ao passado’
O que os filmes da pornochanchada têm a dizer sobre os anos de ditadura militar? Para muitos, o gênero cinematográfico mais produzido e assistido no Brasil na década de 1970 nada mais foi do que uma diversão escapista de qualidade no mínimo questionável. Mas não para a diretora Fernanda Pessoa, que chega às salas nesta quinta-feira (23) com o documentário Histórias
5 perguntas para Julia Rezende, diretora de “Como É Cruel Viver Assim”
Era 2011 quando o ator Marcelo Valle apresentou o texto da peça Como É Cruel Viver Assim, de Fernando Ceylão, à diretora Julia Rezende. Ele pensava em um espetáculo para os palcos, mas ela achou que naquelas páginas existia um filme. "Fiquei encantada com a mistura de crítica social, drama humano, humor e pegada pop", contou a cineasta, em entrevista
7 filmes para ver no Festival de Gramado
Catorze longas-metragens integram as mostras competitivas da 46ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que começa nesta sexta-feira (17) e fica em cartaz na cidade gaúcha até o dia 25 de agosto. Apenas quatro destes longas são dirigidos por mulheres: dois deles estão entre os nove da competição brasileira, enquanto os outros dois estão entre os cinco da competição estrangeira.
“Unicórnio” troca adaptação literária clássica por homenagem poética
"Dizem que todos os pervertidos sexuais têm mau caráter. Dizem, eu sei. Você acredita? Acredito sim. No aspecto físico ela era uma adolescente sem espinhas. E ele? Espere, quero falar mais dela. Muito bem, espinhas então. Isso não é tudo. Quando ela me falava de sexo, debaixo da figueira, eu começava a rir inevitavelmente. Que coisa saberia do sexo aquela
Gabriela Amaral Almeida escolhe filmes de horror dirigidos por mulheres
O terror O Animal Cordial estreia em 9 de agosto e é o primeiro longa-metragem da diretora e roteirista Gabriela Amaral Almeida, realizadora de curtas como Uma Primavera (2011) e A Mão que Afaga (2012). Leia também: 5 filmes de terror dirigidos por mulher para ver no streaming Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e acesse conteúdo exclusivo Gabriela também é mestre em
“Como É Cruel Viver Assim”: Veja o trailer do filme de Julia Rezende
Diretora de Meu Passado Me Condena (2013) e Um Namorado Para Minha Mulher (2016), Julia Rezende volta aos cinemas com Como É Cruel Viver Assim, que estreia em 16 de agosto nos cinemas. O filme conta a história de Vladimir, Clivia, Regina e Primo, um grupo de pessoas solitárias e frustradas que não conseguem encontrar sentido em suas vidas. Sem perspectivas, eles









