Estreias da semana: as mulheres que chegam às salas

Toda semana o Mulher no Cinema prepara uma lista com os filmes dirigidos, escritos e/ou centrados em mulheres que chegam às salas do Brasil. Veja as estreias desta quinta-feira, 9 de maio.

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“Amazônia – O Despertar da Forestania” – [Brasil, 2018]
A partir do resgate de personagens históricos e depoimentos de representantes dos mais diversos segmentos, o documentário discute como a floresta amazônica e toda a questão ambiental têm sido tratados no Brasil desde o início do século 20. Dirigido por Christiane Torloni e Miguel Przewodowski.


“Mademoiselle Paradis” – [Áustria/Alemanha, 2018]
Viena, 1777. A pianista cega Maria Theresia Paradis (Maria Dragus) é levada ao controverso médico Franz Anton Mesmer e se junta a um grupo de pacientes extravagantes. Ela aproveita a liberdade que nunca teve, mas percebe que se o tratamento lhe permite recuperar a visão, também a faz perder sua virtuosidade musical. Direção de Barbara Albert, que divide o roteiro com Kathrin Resetarits.


“A Menina e o Leão” – [Mia et le lion blanc, França, Alemanha e África do Sul, 2018]
A família de Mia, 10 anos, decide deixar Londres para administrar uma fazenda de leões na África, e a garota desenvolve um vínculo especial com um leão branco, Charlie. Quando o animal faz três anos, Mia descobre um segredo mantido por seu pai. Atormentada pela ideia de que Charlie possa estar em perigo, Mia decide fugir com ele. Estrelado por Daniah De Villiers e dirigido por Gilles de Maistre.


“Mormaço” – [Brasil, 2018]
Rio de Janeiro, 2016. A cidade se prepara para os Jogos e Ana (Marina Provenzzano) trabalha na defesa de uma comunidade ameaçada de remoção por obras do Parque Olímpico. Enquanto isso, misteriosas manchas roxas, similares a fungos, aparecem em seu corpo. Direção de Marina Meliande, que assina o roteiro com Felipe Bragança.


“Varda por Agnès” – [Varda par Agnès, França, 2019]
Último filme de Agnès Varda (1928-2019), o documentário fala sobre sua experiência como diretora e reflete sobre o que ela chamava de “cine-escrita”: como os principais elementos do cinema – composições, pontos de vista, movimentos, ritmos, edição – são escolhidos da mesma forma que um escritor escolhe palavras.


“A Vida de Diane” – [Diane, EUA, 2018]
Diane passa seus dias ajudando amigos e familiares e tentando se relacionar com o filho, que é viciado em drogas. À medida em que esses pedaços de sua existência começam desaparecer, ela se vê confrontando suas próprias memórias. Estrelado por Mary Kay Place e dirigido por Kent Jones.


Observação: alguns filmes não estreiam em todas as praças. Consulte a programação da sua cidade.

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