Dirigido pela brasileira Renée Nader Messora e pelo português João Salaviza, Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos ganhou o prêmio do júri na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (18). Entrevista: "Cannes se interessou pelo Brasil que o Brasil nega", diz Renée Nader Messora Saiba mais: Veja os filmes dirigidos por mulheres que ganharam
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Jorane Castro: “Nacionalizar o cinema só pode ser bom para o Brasil”
"Quero assistir porque reconheci meu sotaque." Esta foi uma das reações que a diretora paraense Jorane Castro ouviu em relação ao trailer de seu primeiro longa-metragem, Para Ter Onde Ir. Em cartaz nos cinemas, o road movie foi rodado em uma paisagem raramente mostrada nas telas - a cidade de Belém e parte da Amazônia Atlântica em Salinópolis, no Pará -, tem
Renée Nader Messora: “Cannes se interessou pelo Brasil que o Brasil nega”
Um filme protagonizado por índios e codirigido por uma mulher é um dos títulos brasileiros que foram selecionados para a edição deste ano do Festival de Cannes. Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, faz sua estreia mundial nesta quarta-feira (16) na mostra Um Certo Olhar, que tem Benício del Toro como presidente do júri. "O
Veja o teaser de “Los Silencios”, filme de Beatriz Seigner
Dirigido pela brasileira Beatriz Seigner (de Bollywood Dream - O Sonho Bollywoodiano), Los Silencios fará sua estreia mundial nesta sexta-feira (11) na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Los Silencios conta a história de Amparo (Marleyda Soto), que tem que lidar com o desaparecimento da filha e do marido, enquanto espera por documentos para passar pela fronteira entre Brasil, Colômbia e
Jorane Castro coloca mulheres na estrada em “Para Ter Onde Ir”
Diretora de curtas como Invisíveis Prazeres Cotidianos (2004) e Ribeirinhos do Asfalto (2011), a paraense Jorane Castro estreia no longa de ficção com o road movie Para Ter Onde Ir. A escolha é de certa forma ousada, já que o cinema brasileiro tem exemplares muitos bons do gênero, que vão de Bye Bye Brasil (1979) e Central do Brasil (1998) a O Céu
Luiza Villaça fala sobre “Pagliacci” e ser única mulher entre cinco diretores
Uma estreia no longa-metragem ao lado de mais quatro cineastas, todos homens. Luiza Villaça é a única mulher no time de diretores por trás do documentário Pagliacci, que também inclui Chico Gomes, Pedro Moscalcoff, Luiz Villaça e Julio Hey. "Não dá para negar que foi uma experiência, né?", brincou Luiza, em entrevista por e-mail ao Mulher no Cinema. "Os montadores e
Festival Internacional de Mulheres no Cinema tem inscrições abertas até 4 de maio
Estão abertas as inscrições para a primeira edição do Festival Internacional de Mulheres no Cinema, ou FIM, que será exclusivamente dedicado a filmes de diretoras e ocorrerá em São Paulo (SP) entre os dias 4 e 11 de julho. O evento é realizado pela Casa Redonda em parceria com a Associação Cultural Kinoforum, conta com o apoio do Sesc São Paulo e
Comitê aprova cotas para mulheres, negros e indígenas em edital da Ancine
O Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual aprovou cotas para mulheres, negros e indígenas no Concurso Produção para Cinema 2018, edital que destina R$ 100 milhões a projetos de longas-metragens independentes de ficção, documentário ou animação. Leia também: Cinema nacional exclui mulheres negras De acordo com a Agência Nacional de Cinema (Ancine), pelo menos 35% deste valor será destinado a propostas que
Veja o trailer de “Praça Paris”, novo filme da diretora Lucia Murat
Praça Paris é o novo longa-metragem de Lucia Murat, diretora de filmes como Que Bom Te Ver Viva (1989), Quase Dois Irmãos (2004) e A Memória que me Contam (2012), que estreia em 26 de abril. Em Praça Paris, Gloria (Grace Passô) é uma mulher criada no Morro da Providência, vítima de abusos do pai e controlada pelo irmão que trabalha como ascensorista na UERJ. Na mesma
Coletânea de textos sobre mulheres no cinema brasileiro será lançada em 27/03 no RJ
Autoras e cineastas participação do lançamento do livro Feminino e plural: Mulheres do cinema brasileiro, que ocorrerá em 27 de março, às 19h, na Livraria Travessa do Leblon (Avenida Afrânio de Melo Franco, 290), no Rio de Janeiro (RJ). Organizado por Karla Holanda e Marina Cavalcanti Tedesco, Feminino e Plural traz histórias e reflexões sobre cineastas brasileiras, incluindo Cléo de Verberena









