O Globo de Ouro deu continuidade ao seu péssimo histórico no que diz respeito ao reconhecimento do trabalho das mulheres por trás das câmeras: em 2019, nenhuma mulher vai disputar o prêmio na categoria de direção, roteiro, filme dramático e filme de comédia ou musical. Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e tenha acesso a conteúdo exclusivo Anunciadas nesta segunda-feira (9), as indicações só
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Mulheres dirigiram 34% dos documentários que buscam indicação ao Oscar
Cinquenta e quatro dos 159 filmes que buscam uma indicação ao Oscar de melhor documentário foram dirigidos ou codirigidos por mulheres, segundo levantamento feito pelo Mulher no Cinema a partir da lista divulgada pela Academia de Ciências Cinematográficas. Leia também: Mulheres dirigiram 30% dos candidatos ao Oscar de filme internacional Saiba mais: Mulheres dirigiram 5 dos 32 filmes que buscam Oscar de animação Trata-se de uma proporção de cerca
“The Souvenir” é o melhor filme de 2019 segundo a “Sight & Sound”
A revista britânica Sight & Sound escolheu The Souvenir, de Joanna Hogg, como o melhor filme de 2019. No total, 17 dos 50 títulos escolhidos pelos colaboradores da publicação são dirigidos por mulheres. Leia também: Os 100 melhores filmes dirigidos por mulheres de todos os tempos Saiba mais: Veja mais listas com dicas de filmes dirigidos por mulheres Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e tenha acesso a
Dirigido por Mati Diop e premiado em Cannes, “Atlantique” chega à Netflix
Primeiro longa da diretora francesa de origem senegalesa Mati Diop, Atlantique chegou nesta sexta-feira (29) ao catálogo da Netflix. O filme ganhou o Grand Prix no Festival de Cannes deste ano e é o candidato de Senegal a uma indicação ao Oscar de melhor filme internacional. Saiba mais: Todas as diretoras que concorreram ao Oscar de filme internacional Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e acesse
7 cinebiografias para ver em casa e conhecer a história de mulheres reais
Phiona Mutesi, Maud Lewis, Antonina Zabinski. Estes nomes podem ainda não ser muito conhecidos do grande público, mas pertencem a mulheres reais que alcançaram grandes feitos em suas vidas pessoais ou profissionais. E eis outra coisa em comum: as histórias delas chegaram ao cinema! Dica: Tudo o que você precisa saber sobre Mulheres em Hollywood: É Hora da Mudança Leia também: Conheça Rafiki,
Os 100 melhores filmes dirigidos por mulheres, segundo especialistas
O Piano, da neozelandesa Jane Campion, foi eleito o melhor filme dirigido por mulher de todos os tempos em uma votação promovida pela BBC da qual participaram 368 especialistas, entre críticos, jornalistas, programadores de festivais e acadêmicos (incluindo a criadora do Mulher no Cinema, Luísa Pécora). Saiba mais: Veja mais listas com dicas de filmes dirigidos por mulheres Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e
‘Mulan’ vem aí: o que a diretora Niki Caro contou sobre o novo live-action da Disney
Doze anos e muitos milhões de dólares separam Encantadora de Baleias (2002), o filme que colocou a diretora neozelandesa Niki Caro no mapa do cinema mundial, e Mulan (2020), seu mais recente trabalho, que estreia nos cinemas em março. Elogiado pela crítica e indicado ao Oscar de melhor atriz, Encantadora de Baleias foi rodado com apenas US$ 3,5 milhões. Já
“As Panteras” ganha nova roupagem, mas entrega mais do mesmo
O mundo precisa de uma nova versão de As Panteras? Esta pergunta se apresentou logo no momento em que um reboot moderno da franquia foi anunciado, e segue valendo agora que o longa-metragem, escrito e dirigido por Elizabeth Banks, chegou aos cinemas brasileiros. Estreias: Os filmes escritos, dirigidos e estrelados por mulheres em cartaz Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e acesse conteúdo
‘México tem histórias incríveis a cada esquina’, diz diretora de ‘A Camareira’
Em 1981, a fotógrafa e artista plástica francesa Sophie Calle passou três meses trabalhando como camareira em um hotel de Veneza, na Itália. O resultado da experiência foi o livro Hotel, no qual tirou fotografias de roupas, objetos e lixo deixados pelos hóspedes para imaginar quem eram aquelas pessoas e que tipo de vida levavam. Este livro é a grande inspiração
Ponto de vista é questão central em “Retrato de Uma Jovem Em Chamas”
A diretora francesa Céline Sciamma sabe abordar temas por vezes ásperos com notável delicadeza. Fez isso em seu longa de estreia, Lírios d’Água, falando da descoberta do amor e da sexualidade no conturbado período da adolescência; no aclamado Tomboy (2012), que mostra a transgeneridade no contexto da infância; e repete o feito em Retrato de Uma Jovem Em Chamas (2019),









