Uma das séries mais aguardadas do ano chega à televisão a cabo brasileira neste domingo (25): A Amiga Genial, adaptação da popular obra de Elena Ferrante, terá oito episódios e será exibida pela HBO Brasil sempre aos domingos e às segundas-feiras, às 22h. Apoie: Colabore com o Mulher no Cinema e tenha acesso a conteúdo e prêmios exclusivos Como o título indica, A
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Brasileiras concorrem ao Oscar do cinema independente com “Sócrates”
As brasileiras Thayná Mantesso e Tammy Weiss estão na disputa pelo Independent Spirit Awards, conhecido como o Oscar do cinema independente americano. Elas são, respectivamente, roteirista e produtora de Sócrates, filme brasileiro que recebeu três indicações ao prêmio. Leia também: Mulheres são maioria na disputa por prêmio de direção do Spirit Awards Thayná e Tammy concorrem ao Troféu John Cassavetes, que premia
Virginie Gourmel e o desafio de abordar depressão em ‘Garotas em Fuga’
A diretora Virginie Gourmel não optou por tema fácil na hora de escrever seu primeiro longa, Garotas em Fuga. Em cartaz na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o filme aborda a depressão entre adolescentes ao contar a história de Kathy, jovem internada contra a sua vontade após tentativa de suicídio. Saiba mais: Acompanhe a cobertura completa da Mostra de
Proibido pelo governo do Quênia, “Rafiki” retrata amor entre jovens mulheres
Segundo longa da diretora Wanuri Kahiu, Rafiki chega à Mostra Internacional de Cinema em São Paulo depois de tornar-se o primeiro filme queniano selecionado para o Festival de Cannes. Ser exibido em seu próprio país, porém, não foi nada fácil: Rafiki foi banido pelo governo, que alegou como justificativa "a temática homossexual e clara intenção em promover o lesbianismo no Quênia". A
Autora, Helena Ignez rejeita título de musa: “A voz da musa é o silêncio”
Encontrar um texto sobre Helena Ignez que não use a palavra musa - do Cinema Novo, marginal, brasileiro - não é das tarefas mais fáceis. Com mais de 50 anos de carreira e papéis marcantes em alguns dos mais importantes filmes nacionais, a atriz e diretora é frequentemente citada como inspiração de outros cineastas - especialmente os dois com quem
Comédia com muita ação, “Meu Ex É Um Espião” se apoia em Kate McKinnon
Desde que roubou a cena em Caça-Fantasmas (2016), Kate McKinnon se firmou como uma das comediantes mais interessantes de Hollywood. O trabalho no humorístico Saturday Night Live rendeu prêmios, popularidade e outros trabalhos no cinema, mas seu papel de maior destaque chega agora, com a estreia de Meu Ex É um Espião. McKinnon divide o protagonismo com Mila Kunis, interpretando amigas de
Amy Schumer tenta, mas não salva roteiro fraco de “Sexy por Acidente”
Tem sido surpreendentemente difícil a passagem de Amy Schumer da televisão para o cinema. A atriz e comediante parecia ter tudo para deslanchar na telona embalada pelo sucesso de seu programa de esquetes, mas seus filmes tem ficado muito abaixo da expectativa. Foi assim com Descompensada (2015), depois com Viagem das Loucas (2016) e agora com Sexy por Acidente, que chegou às salas
Veja o trailer de “50 São os Novos 30”, dirigida por Valérie Lemercier
Valérie Lemercier escreve, dirige e atua em 50 São os Novos 30, comédia que chega aos cinemas brasileiros em 28 de julho depois de integrar a programação do Festival Varilux de Cinema Francês. Lemercier interpreta Marie-Francine, uma mulher de 50 anos que, após ser considerada velha demais pelo marido e demitida do emprego, volta a morar na casa dos pais. Tomando
“Desobediência” reflete sobre liberdade a partir do amor entre duas mulheres
Na primeira cena de Desobediência, adaptação do romance de Naomi Alderman, um rabino discursa aos membros de uma comunidade judia ortodoxa no norte de Londres: o que diferencia o homem dos anjos e das bestas, diz ele, é a liberdade para escolher. Este conceito está no cerne do filme estrelado por Rachel Weisz e Rachel McAdams e dirigido pelo chileno Sebastián Lelio, conhecido
Juliana Antunes fala sobre cinema mineiro e bastidores de “Baronesa”
Em 2008, quando trocou o interior pela capital de Minas Gerais, Juliana Antunes notou algo curioso sobre o transporte público: muitas linhas de ônibus de Belo Horizonte, sobretudo as que levavam para a periferia, tinham nomes de mulheres. Esta observação foi o ponto de partida para seu primeiro longa, Baronesa, pois foi entrando nestes ônibus e colando cartazes nas áreas populares da









