Dirigido por Marianna Brennand, Manas ganhou cinco troféus no Prêmio Grande Otelo, antes conhecido como Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, incluindo melhor direção e melhor longa-metragem de ficção, num empate com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho.
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A premiação, que é promovida pela Academia Brasileira de Cinema, foi realizada nesta terça-feira (4). Manas era o único longa-metragem com direção de uma mulher indicado ao prêmio de melhor ficção, e Brennand, a única mulher entre os cineastas que disputavam o troféu de direção.
O filme também levou os prêmios de atriz coadjuvante (para Dira Paes), roteiro original (para o time formado por Brennand, Felipe Sholl, Marcelo Grabowsky, Carolina Benevides, Antonia Pellegrino e Camila Agustini) e montagem de ficção (para Isabela Monteiro de Castro).
A cineasta Rafaela Camelo recebeu o prêmio de melhor primeira direção de longa-metragem pelo filme A Natureza das Coisas Invisíveis. Ela narrou uma sequência do filme na série Por Trás da Cena, produzida pelo Mulher no Cinema, que pode ser vista abaixo:
Outras mulheres premiadas na edição deste ano do Grande Otelo incluem Denise Weinberg, eleita melhor atriz por O Último Azul; Petra Costa, ganhadora do troféu de documentário de longa-metragem por Apocalipse nos Trópicos; Kimberly Palermo, que levou melhor curta de animação com A Tragédia da Lobo Guará; Evgenia Alexandrova, reconhecida na categoria de direção de fotografia por O Agente Secreto; e Ana Luiza Penna, que venceu como melhor som por Homem com H, ao lado de Martín Grignaschi e Armando Torres Jr.
Consulte a lista completa no site da Academia Brasileira de Cinema.
Foto do topo: R2 Foto